Maiquinho é preso em Angra dos Reis horas depois do resultado de DNA

0

Foi preso na noite de hoje por policiais militares do 33º Batalhão de Polícia Militar (BPM) no bairro Santa Rita do Bracuhy, em Angra dos Reis, Maicon Douglas dos Santos Nascimento, o ‘Maiquinho’, de 22 anos. Ele é apontado pela Polícia Civil de Barra Mansa como principal suspeito da morte da jovem Maria Júlia, de 16 anos, assassinada no bairro Piteiras no dia 24 de outubro. Maicon foi localizado hoje após denúncia anônima pela repercussão da imagem dele na mídia. A confirmação veio após a liberação resultado do exame de DNA do material foi colhido por meio de evidências na unha da jovem, que teria entrado em luta corporal com ‘Maiquinho’. Na ocasião ele chegou a ser preso, mas em depoimento negou a autoria do crime e por falta de provas, foi liberado.
Com a constatação de sua participação no crime, a foto do acusado foi divulgada pela Polícia Civil. Amigos e parentes da jovem compartilharam pelas redes sociais, o que possibilitou uma ação rápida dos policiais da região que estavam em busca do suspeito.
Segundo testemunhas, Maicon que era vizinho de Maria Júlia no bairro Piteiras, era conhecido por ser uma pessoa violenta. Ele foi indiciado por latrocínio.
O CASO
Maria Júlia foi encontrada caída sem vida no chão da cozinha. Ela tinha sinais de estrangulamento e o rosto estava machucado. O corpo foi encontrado pelos pais. “Ela ia na casa de uma amiga fazer bolo e estava se arrumando, falando conosco pelo celular. Meu filho estava em casa com ela, e saiu. Quando retornamos, a encontramos sem vida”, lembrou o pai da jovem, Paulo Fonseca.
Maicon chegou a ser preso no mesmo dia. Mas negou que tenha participação no crime e foi solto. A polícia segue com as investigações e trabalha com a hipótese de latrocínio, roubo seguido de morte.
O fato foi registrado na 90ª Delegacia de Polícia (DP) como homicídio.
INVASÃO NA DELEGACIA
No dia 22 de novembro, dezenas de pessoas seguiram da Igreja Matriz de São Sebastião, no Centro de Barra Mansa, até a 90ª DP para cobrar satisfações da Polícia Civil sobre as investigações da morte da jovem Maria Júlia. Os manifestantes chegaram a ‘invadir’ a unidade, sendo recebidos pelos policiais. Os pais, Paulo e Cristina, pediram que o caso seja tratado com mais carinho e feito a checagem com o coração. Os agentes explicaram na ocasião que a parte da Polícia Civil já foi feita e que aguardavam um posicionamento do Ministério Público para novas providências.

error: Conteúdo protegido !