Empresa de Volta Redonda representa o Brasil em prêmio internacional 

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VOLTA REDONDA

Selecionada pelo terceiro ano consecutivo, a Biosolvit, de Volta Redonda, participa do primeiro ciclo da edição 2019 do StartOut Brasil. O programa do Governo Federal destinado a promover a internacionalização de startups começou no domingo, dia 24 e termina nesta sexta-feira, 29, em Santigo, no Chile.

O CEO da Biosolvit Guilhermo Queiroz viajou para o Chile para participar de um cronograma de eventos, reuniões e palestras oferecido pelo projeto com o intuito de auxiliar startups que estão se destacando no mercado nacional a conquistarem o mercado internacional. Para esse momento foram selecionadas 20 startups, entre empresas que nunca participaram da experiência de imersão no mercado exterior e empresas que já possuem bagagem no programa, como é o caso da Biosolvit que participou em 2017 do ciclo de Paris e 2018 do ciclo de Lisboa.

O StartOut Brasil é uma parceria entre o Ministério da Economia, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

CONHEÇA A BIOSOLVIT

 No mercado desde 2014, a Biosolvit tem sua sede na cidade de Barra Mansa e possui uma planta industrial em Porto Belo (SC). Especializada em biotecnologia, desenvolve soluções ecológicas e sustentáveis para problemas ambientais a partir de fontes renováveis. Suas pesquisas são direcionadas para o aproveitamento de resíduos orgânicos e industriais descartados por diversas empresas brasileiras, promovendo uma convivência mais harmoniosa entre o ser humano e o meio ambiente.  

A Biosolvit conta atualmente com duas linhas de produtos: Bioblue e Biogreen. A primeira desenvolve produtos para contenção e absorção de petróleo, em acidentes com derramamento de qualquer derivado da substância, seja na terra ou no mar. Já a Biogreen criou o Xaxim de Palmeira, substituto para o tradicional xaxim, que levou sua planta de origem, a samambaiaçu, a iminência de extinção e teve sua comercialização proibida no Brasil.