Sindicato dos Bancários faz ato contra filas em agências do Sul Fluminense

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SUL FLUMINENSE

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense está distribuindo informativos à população diante das agências do Banco Bradesco da região denunciando a precariedade no atendimento aos clientes e usuários provocado pela falta de funcionários.

Segundo o sindicato, o problema fica ainda mais evidente quando é necessário o cliente realizar atendimento presencial no guichê de atendimento, no interiro das agências. A falta de funcionários seria a causa principal da demora e desrespeito à legislação. “Existe um congestionamento no atendimento, extrapolando em muito o limite máximo de espera determinado pela Lei estadual 4.223, de 24 de novembro de 2003, que é de 30 minutos em dias de maior movimento, como nos dias de pagamento de aposentados e pensionistas e vésperas de feriado”, esclarece a direção da entidade sindical.

Em comunicado ao A VOZ DA CIDADE o Sindicato dos Bancários informou que há tempos cobra a contratação de funcionários nas agências do Bradesco, visando melhorar o atendimento aos correntistas e todos que necessitam utilizar os serviços de exclusividade do banco, como aqueles relacionados aos Governo do Estado como taxas do Detran. “É possível cumprir a legislação, evitar que as pessoas adiem seus compromissos em função das longas filas e ainda gerar emprego, combatendo a taxa de desocupação no Brasil, que é de 13,1%. Vale ressaltar que o Bradesco registrou lucro líquido contábil de R$ 4,467 bilhões no primeiro trimestre de 2018, uma alta de 9,72% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o resultado foi de R$ 4,071 bilhões. Com esses números podemos afirmar com toda certeza que a responsabilidade sobre a demora no atendimento é toda do Bradesco”, conclui a direção do Sindicato dos Bancários. A orientação aos usuários que se sintam prejudicados é registrar reclamação pelo telefone 145, do Banco Central, pelo Alô Bradesco através do 0800-704-8383 ou ainda pela ouvidoria do Bradesco, no 0800-727-9933.

A reportagem do A VOZ DA CIDADE manteve contato com a assessoria de imprensa do Brasdesco, no dia 19, questionando a situação. Entretanto, não obteve retorno.