Sassaricando – Oscar Nora – 13 de novembro de 2019

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Foto: Reprodução TV

Nos próximos quinze dias o Flamengo decide dois títulos da maior importância: a primeira decisão será dia 23, em Lima, no Peru, contra o River Plate e vale o título de campeão continental. A outra decisão começa hoje à noite contra o Vasco da Gama, seu maior adversário.
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E terminará dia 27, enfrentando o Ceará, em noite que poderá ser de um Maracanã inesquecível, a torcida comemorando a conquista, por antecipação, da taça de campeão brasileiro. Na fase em que está, o Flamengo é o favorito no duelo contra o River, embora os argentinos sejam tetracampeões do torneio.
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Quanto ao título nacional, não dependerá apenas do Flamengo. Distante 10 pontos e tendo como próximos compromissos o Grêmio, em São Paulo, e o Fluminense, no Rio, o Palmeiras ainda está no páreo. Se tudo der certo, quem sabe o Flamengo ainda acrescenta em 2019 o título de campeão do mundo?
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A expulsão do Taison, ao reagir aos insultos racistas que ele e outro brasileiro – Dentinho – receberam da torcida do Dinamo de Kiev, na partida contra seu clube, o Shakhtar Donetsk, poderia ter sido evitada se o árbitro cumprisse por completo o protocolo recomendado pela Fifa e pela Uefa para casos assim.
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Como sua senhoria Mykola Balakin agiu como soprador de apito, o que é inconcebível para quem tem sua experiência, inverteram-se os papéis e a vítima se tornou réu. Não aguentando mais ser torturado, Tayson chutou a bola para a arquibancada onde estavam seus agressores e lhes mostrou o “dedo-pai-de-todos”.
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O protocolo da Fifa/Uefa recomenda três estágios quando ocorre discriminação racial durante uma partida: primeiro, pelos alto falantes do estádio pede-se a cessação das hostilidades; continuando as ofensas, o árbitro paralisa a partida por algum tempo. Se o problema não for solucionado, ele suspende a partida.
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No caso do Taison, seu Mykola só cumpriu as duas primeiras etapas, expulsando o brasileiro aos 73 minutos de jogo, o equivalente aos 28 minutos do segundo tempo. Na minha opinião, Taison reagiu em nome da sua dignidade. O soprador de apito agiu errado e cometeu uma injustiça.
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Em Abu Dhabi treinando desde segunda-feira, a Seleção Brasileira viaja hoje à noite para Riade, na Arábia Saudita, onde enfrentará a Argentina na sexta-feira às duas horas da tarde, oito da noite por lá.
Duvido quem saiba dizer agora, de cabeça, 5 jogadores do time do Tite que enfrentará os portenhos.

Foto: Reprodução TV

Brasil e França decidem amanhã à noite quem irá decidir no próximo domingo o título da Copa do Mundo de Futebol Sub-17. O adversário será o vencedor de México x Holanda que jogam mais cedo, também amanhã. Sediado em Brasília, até agora foram disputadas 48 das 52 partidas programadas para o torneio. A estatística revela 163 gols marcados – 3,4 gols por partida. 158 cartões já foram aplicados, 148 amarelos e 10 vermelhos.

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