Magé inaugura ambulatório de intolerância à lactose infantil

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MAGÉ
A prefeitura inaugurou nesta sexta-feira, dia 10, o ambulatório de intolerância à lactose infantil que contará com uma equipe multiprofissional composta por pediatra e nutricionista e atenderá crianças de um mês a 12 anos. O ambulatório funcionará às sextas-feiras no Centro de Especialidades de Magé e oferecerá um serviço multiprofissional de acompanhamento, tratamento e recuperação de pacientes com sintomas de intolerância à lactose.

O prefeito Renato Cozzolino falou sobre a importância do ambulatório para a população mageense, pois agora haverá como identificar o problema mais cedo. “Estamos lançando aqui mais uma especialidade que é de intolerância à lactose, porque sabemos a importância desse atendimento em Magé. Detectar essa necessidade nas crianças desde pequeno é necessário para o tratamento adequado. Em menos de um ano de mandato, conseguimos entregar esse ambulatório e é mais um passo na saúde da nossa cidade. Todas essas crianças serão tratadas com muito amor e carinho pelos nossos nutricionistas e pediatras”, comentou o prefeito.

De acordo com a coordenadora do ambulatório, Ana Beatriz Cardoso, além do tratamento multiprofissional, os pacientes poderão ser atendidos por outras especialidades oferecidas na rede municipal de Saúde. “Os pacientes passam, inicialmente, por uma consulta com o pediatra e uma nutricionista no mesmo dia para o acerto da alimentação, orientações e restrições necessárias. Se houver necessidade do uso de fórmulas será prescrito pela equipe e o laudo será repassado. Outra coisa bem importante é que se o paciente precisar de outros encaminhamentos, como gastroenterologia, fonoaudiologia ou psicólogo, por exemplo, eles serão encaminhados e acompanhados no próprio Centro de Especialidades, facilitando todo o tratamento”, detalhou a coordenadora.

Antes disso, os pequenos não tinham tratamento na cidade, como era o caso do Kaleb Américo, de três anos. “Eu tinha que fazer o tratamento do meu filho no particular e tudo separado. Fui muito bem atendida e espero agora ter todas as especialidades que o meu filho precisa. Não aguento ver mais meu filho sem conseguir comer direito e espero que haja uma melhora, não só para ele, mas para o filho de muitas mães que precisam desse atendimento”, conta a Thayna Alvarenga, mãe do Kaleb, que está há mais de um ano buscando suporte para o filho.