Gizéle Barino está expondo no Corredor Cultural do Colégio Getúlio Vargas, em Volta Redonda

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VOLTA REDONDA

As pessoas que passarem pelo Corredor Cultural da Fundação Educacional de Volta Redonda (Fevre), na sede administrativa da Fundação até amanhã vão poder conferir a exposição de quadros da artista plástica de Volta Redonda, Gizéle Barino. A mostra, que é organizada pelo implementador de Arte da Fevre, Tonn Maia, está aberta para visitação do público em geral das 8 horas às 17 horas, em especial aos alunos e professores do Colégio Getúlio Vargas e outras unidades da Fevre.

De acordo com a artista, são seis quadros que utilizam materialidades diversas e envolve o meio ambiente, usando elementos da natureza a favor da arte. Disse ainda que esse trabalho mostra a importância da preservação ambiental, levando o espectador a uma reflexão do seu comprometimento com o destino do planeta. “E assim respeitando, preservando, defendendo, cuidando e sendo um agente proativo nesse processo”, contou a artista Gizéle Barino.

DIFUNDIR OS PROCESSOS CULTURAIS

O presidente da Fevre, Waldyr Bedê, falou sobre a mostra e, principalmente do espaço. Lembrou que a proposta da galeria de arte vem ao encontro dos objetivos do Governo Samuca, como o de difundir os processos culturais, os segmentos culturais de Volta Redonda. Explicou que democratizaram esse espaço e conseguiram adaptar um corredor para um espaço cultural, onde a diversidade de apresentações, desde pintura, poesia, retratos, agora com essa exposição com materiais da natureza, é muito importante.

Waldyr Bedê relatou ainda que o espaço está à disposição para acolher trabalhos importantes como o da artista plástica, Gizéle Barino. “Essa diversidade faz com que as pessoas compreendam a dimensão da arte. Os alunos, os professores quando vêm promover os encontros pedagógicos, os pais quando vêm falar alguma coisa, se encantam com o que está sendo exposto”, destacou Bedê.

CONVITE À ARTISTA

Tonn Maia, que fez o convite à artista, disse que o trabalho tem atraído muitos debates, assim como ocorrido em outra exposição que costuma ficar no Corredor Cultural por cerca de um mês. “Vem muitos professores trazendo seus alunos e há um debate que leva esses estudantes a pensarem. Também é uma maneira de haver uma maior forma de comunicação através da arte, onde eles podem expor os pensamentos”, contou Tonn Maia, lembrando que a mostra é mais um trabalho que pode ser conferido não só pelos alunos e professores do Colégio Getúlio Vargas, mas também pela população em geral que gosta desse tipo de trabalho, já que a ideia é integrar cada vez mais a cultura à educação, através de ações como o Corredor Cultural. Lembrou também que ótimos artistas em Volta Redonda e o papel da administra municipal é incentivar e ajudar a promover esses profissionais para expandir nossa cultura na cidade e na região.

 

 

 

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