Polícia Civil e Fiscalização de Posturas impedem realização de festa clandestina com 300 pessoas, em Pinheiral

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PINHEIRAL

Policiais civis da 101ª Delegacia de Polícia, coordenados pelo delegado titular, Antonio Furtado, trabalharam em conjunto com fiscais de Postura de Pinheiral, para impedir a realização de uma festa clandestina na cidade. As autoridades realizaram na sexta feira, dia 2, diligências ao sítio onde a festa com nome de “Valfenda em Terras Élficas”, com previsão de 300 participantes, estava programada. Além disso, identificaram e intimaram para comparecimento à unidade policial os quatro organizadores do evento – todos moradores da cidade.

O evento ocorreria no final de semana, em um sítio alugado na Rua Alberto Eira, Km 3. Na visão da Polícia, serviria para o consumo de drogas, entre outros prováveis atos ilícitos. “Temos experiência no combate a este tipo de evento. Nele geralmente ocorrem atos obscenos, atentados ao pudor, adolescentes consumindo álcool e até drogas ilegais; sem condições mínimas de segurança. Nas postagens de divulgação, utilizavam-se expressões como “alimentação consciente” e “tudo muito delicioso e regado com vitaminas”; mas, em 2016, dois dos organizadores foram autuados na 101ª DP por porte de droga para consumo próprio. Só não enxerga a verdade do que ia rolar nessa festa quem não quer! Vamos proteger a cidade o máximo possível das drogas, principalmente nossos adolescentes, muitas vezes presas fáceis de uma vida de ilusões que deságua numa criminalidade sem volta”, destacou Antonio Furtado.

O fiscal e diretor da Fiscalização de Posturas, Rafael Carvalho, junto com o delegado, garantiram que vão redobrar os esforços para impedir quaisquer eventos semelhantes; podendo os infratores serem condenados a pagar multas de até R$ 3,6 mil.

“Ouvimos os envolvidos e o principal: além de receberem a notificação da Prefeitura, proibindo a festa, houve a advertência da Polícia Civil de que, caso descumprissem a proibição, seriam autuados pelo crime de desobediência. Descobrimos pelas redes sociais que a venda ilegal de convites estava a pleno vapor; já no segundo lote. Havia uma organização que previa até uma van para quem viesse de outras cidades. Esta festa violava o Código de Posturas Municipal, pois não houve vistoria ou qualquer autorização do evento; o que colocava em risco os frequentadores”, concluiu o delegado.