Pré-candidato a vereador, Serginho Bombeiro¸ fala sobre projetos para quem mora em locais de risco

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BARRA MANSA

Com foco em desenvolver projetos que auxiliem pessoas que moram em locais de risco, Sérgio Mendes, conhecido como Serginho Bombeiro, está disputando as eleições 2020 como pré-candidato a vereador de Barra Mansa. Após passar dois anos e meio como coordenador da Defesa Civil, Sérgio relata que existem pessoas que vivem em áreas perigosas e têm as moradias interditadas, mas com o projeto e orientação correta poderiam continuar em suas casas.

Serginho esteve por 24 anos no Corpo de Bombeiros, fez parte da Associação de Moradores do Vila Maria por seis anos consecutivos e trabalhou com toda a comunidade para reformar o CIEP do bairro.  “No período em que estive na Defesa Civil, pude perceber a dificuldade das pessoas que moram em áreas de risco, pois têm poucos recursos para construir, por exemplo, um muro de contenção, um caimento de água adequado e por falta de opção, são obrigadas a saírem de suas casas e acabam dependendo de um aluguel social”, lamentou, afirmando que, caso eleito, sua intenção é criar meios que possibilitem uma realidade diferente para essas famílias.

Segundo Serginho Bombeiro, ele planeja elaborar um projeto que faça com que a prefeitura isente essa população de taxas de tributos para que elas possam fazer as obras necessárias. “Penso também em parcerias com escolas de engenharia da região, para que os estagiários elaborem projetos de obra para essas famílias de forma gratuita. Para as famílias que não têm capacidade de recursos próprios, pode haver o financiamento pela Caixa Econômica, ou então buscar recursos da Defesa Civil Nacional. Mas isso já será um começo para que essas famílias tenham uma solução para o problema”, destacou.

Serginho ainda lembrou que Barra Mansa tem muitas moradias em locais de risco. “No verão de 2019, tivemos 110 casas interditadas em Barra Mansa. Em 2018 foram cerca de 60 a 70. São pessoas que estão vivendo de aluguel social, é um recurso que é retirado da verba da prefeitura e não há certeza de até quando elas vão poder continuar com esse aluguel? É uma verba que às vezes também poderia está sendo usada para solucionar o problema na raiz”, concluiu.

 

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