MPRJ realiza intervenção contra traficantes na região e prende 25 pessoas

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BARRA DO PIRAÍ/SUL FLUMINENSE

Desde as primeiras horas de quinta-feira, dia 7, Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ), e a Polícia Civil, estive comprometido com a Operação Visão de Águia. De 26 mandados de prisão emitidos, 25 foram cumpridos, além de 18 mandados de busca e apreensão contra traficantes de uma facção criminosa responsável pela venda de drogas em Barra do Piraí, e na cidade do Rio de Janeiro.

“A investigação é resultado de uma estratégia de enfrentamento ao crescente tráfico de drogas em Barra do Piraí, que tem provocado o aumento da violência na região”, disse o MPRJ em nota. O delegado titular da 88° Delegacia de Polícia (DP) de Barra do Piraí, Wellington Vieira, confirmou ao A VOZ DA CIDADE que a operação foi bem sucedida e que 25 pessoas já foram apreendidas na região. Os nomes não foram divulgados até o fechamento desta edição.

Segundo o MPRJ, a investigação identificou não apenas os responsáveis locais pelo tráfico de drogas nas comunidades, mas também aqueles que, mesmo presos, organizam e determinam todas as condutas da associação criminosa. Segundo o Gaeco/MPRJ, os principais líderes da organização são: Adérito Albino Trigo Junior, vulgo ‘Loro’; e Leonardo Preslei Santana da Silva, vulgo ‘Sexta-feira’ e Fábio de Oliveira Ferreira, vulgo ‘Java’, os dois primeiros presos e este último recém-foragido desde 31 de dezembro de 2018. Os três coordenam todos os demais associados em diferentes bairros da cidade, de acordo com a equipe responsável pelas investigações.

Em nota, o MPRJ explicou que de acordo com a denúncia, eles integram uma extensa rede de pessoas associadas “para a venda de drogas, especialmente maconha e cocaína, lavagem e ocultação de dinheiro, utilizando-se, para tanto, de variado armamento. Os criminosos atuam nos principais bairros dominados pela facção em Barra do Piraí – preponderantemente Areal, Roseira, Vila Helena, Química, Oficinas Velhas, entre outros”, afirmou.

OPERAÇÃO TIPHON

A primeira repercussão das investigações foi a Operação Tiphon, em novembro de 2017, que atingiu núcleos das facções Terceiro Comando Puro (TCP) e Amigo dos Amigos (ADA). Desta vez, coube produzir informações sobre os integrantes do Comando Vermelho (CV) na região.

Os criminosos foram denunciados por tráfico de drogas, posse de armas e munições de uso restrito e associação para o tráfico.

Até o fechamento desta edição a equipe responsável pela operação não havia confirmado a quantidade de material apreendido na ação.

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