Lideranças estimam a participação de cerca de mil pessoas no ato público contra Bolsonaro, em Volta Redonda, neste sábado

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VOLTA REDONDA

Segundo os organizadores, cerca de mil pessoas participaram, neste sábado, dia 19, do ato público “Fora Bolsonaro” em Volta Redonda. A concentração do manifesto aconteceu, pela manhã, em frente ao prédio da Universidade Federal Fluminense (UFF), no bairro Vila Santa Cecília. O movimento foi organizado por lideranças de partidos políticos como o PV, PCB e PSOL, como movimentos sindicais, estudantis e outros, contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seu vice, Hamilton Mourão (PRTB).

Usando máscaras, com faixas e cartazes nas mãos e dizendo palavras de ordens como “Trabalhador, presta atenção, Bolsonaro só liga pro patrão”, “Cloroquina não! A vacina que é a solução!”, “Fora genocida!” e outras, os manifestantes seguiram em caminhada pelas principais ruas dos bairros centrais da cidade. Passaram pela Rodoviária Francisco Torres, também na Vila Santa Cecília, pela Rua São João e Avenida Amaral Peixoto no Centro, e pelas Avenidas Lucas Evangelista e Paulo de Frontin, além da Rua Luiz Alves Pereira no Aterrado. Passaram pela Feira Livre no mesmo bairro e encerraram o ato logo depois.

O manifesto movimentou as principais ruas dos bairros centrais da cidade -DIVULGAÇÃO

Uma das organizadoras e participantes do ato, a presidente do Diretório Municipal do PT e ex-deputada federal, Cida Diogo, informou ao A VOZ DA CIDADE que nesse evento foram trabalhados três eixos, o Fora Bolsonaro, vacina para todos e greve geral. Disse que, com certeza, no horário em que o evento foi realizado alcançou o objetivo esperado, o de denunciar o descaso que o atual Governo Federal com a pandemia por causa do novo coronavírus (Covid-19). “Com o trajeto que fizemos, conseguimos falar com muita gente que estava no comércio da Vila, da Avenida Amaral Peixoto e Paulo de Frontin, como na Feira Livre do Aterrado”, destacou Cida Diogo, lembrando que outras cidades brasileiras e o Distrito Federal, como as capitais promoveram atos. “São mais de 500 mil mortos pela Covid e sabemos que milhares delas poderiam ter sido evitadas”, concluiu Cida.

 

 

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