Sassaricando – Oscar Nora

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Campeão da Taça Guanabara pela vigésima primeira vez, é quase impossível que a façanha do Flamengo seja superada neste século. Vamos supor que o rubro-negro, por uma cruel brincadeira dos deuses do futebol, não consiga outro título nos próximos anos. Nessa hipótese, para o Botafogo ultrapassar o Flamengo, ele, o Fogão, precisaria ser campeão de todas as próximas 14 Taças GB. Epopeia que só aconteceria no ano de 2.032.

Para o Fluminense seriam necessárias doze conquistas consecutivas, a última lá por volta de janeiro de 2.030. O Vasco da Gama teria uma tarefa menor. Contudo, ainda assim, levaria dez anos, ou seja, só no ano 2.028 o bacalhau depenaria o urubu. Certamente faria isso, com a mesma alegria de 1965 quando se tornou o primeiro campeão da história da Taça Guanabara.

Não vou elaborar cálculos para América, do meu amigo Cláudio Meireles; Americano, do meu amigo Eraldo Leite e Volta Redonda, do meu amigo Sérgio Luiz. Sem ironia ou maldade, seria reedição da Guerra dos Cem Anos, que aconteceu na Idade Média, envolvendo os reinos da França e Inglaterra. No momento atual desses queridos clubes, os dois primeiros lutam para voltar à primeira divisão do Rio. O apático Voltaço, para não sair dela.
O Club Deportivo Jorge Wilstermann tem mais afinidade com o Brasil do que se imagina. A colônia boliviana de São Paulo, administra na capital paulista a Escola Oficial Jorge Wilstermann. Fica na Rua Anhaia, 1.239, no Bom Retiro, pertinho da marginal do Tietê. Atua em permanente procura de novos talentos para disputas nas categorias Sub 12, 15, 17 e Sub 20.

Passando pelo adversário desta noite, o Vasco da Gama estará na fase de grupos da Copa Libertadores. Seus próximos desafios serão o Universidad do Chile, dia 13 de março, no Rio; Cruzeiro, dia 4 de abril, em Belo Horizonte; Racing, dia 19, em Buenos Aires, e dia 26 de abril no Rio. Na sequência, Cruzeiro, dia 2 de maio, no Rio e Universidad, em Santiago, dia 22 de maio.

 

Campeonato Brasileiro de Wrestling


Joílson Júnior aplica suplex em Diego Romanelli e leva ouro na categoria até 67kg – Foto: Ruiva Fight /CBWO

Campeonato Brasileiro de Wrestling 2018 disputado no último sábado, consagrou novos campeões nacionais e promete acirrar a disputa por uma vaga na equipe nacional que busca a partir de 2019, vagas para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Com novo sistemas de pesagem, realizada agora no mesmo dia e novas categorias olímpicas nos estilos greco-romano e wrestling feminino, lutadores mudaram de peso e fizeram combates de alto nível técnico e em alguns casos decididos nos segundos finais. “Foi o campeonato mais equilibrado de todos e não teve luta fácil para ninguém, comentou Joílson Júnior, campeão da categoria até 67kg que arrancou aplausos dos presentes. Ele é uma das promessas para os Jogos Olímpicos de Tóquio- 2020.