Maratona cultural marca os 34 anos da Casa de Cultura

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ANGRA DOS REIS

Doze horas de atividades ininterruptas comemorou os 34 anos da Casa de Cultura Poeta Brasil dos Reis, a primeira do Estado do Rio de Janeiro. Uma verdadeira maratona cultural foi promovida pela prefeitura, por meio da Secretaria Executiva de Cultura e Patrimônio, e reuniu um grande público.

Estiveram presentes Andrei Lara e Zélio Nascimento, respectivamente presidente e vice do Conselho Municipal de Cultura, familiares do poeta Brasil dos Reis, que dá nome ao espaço cultural, dentre outras personalidades do cenário angrense. Na ocasião, também foram comemorados os 34 anos de serviço público de Luisa Mamédio, primeira funcionária da Casa de Cultura Poeta Brasil dos Reis.

A festa aconteceu, em grande parte, na Avenida Raul Pompeia, em frente à Casa de Cultura.  A programação contou com apresentação do DJ Jacaré, da Rádio Costazul FM, Grupo de Capoeira Senzala, Polo Musical Educacional Yumi Imanishi Faraci, projeto  Musicalizando e Coral (Secretaria Executiva de Cultura e Patrimônio).

Os presentes também puderam assistir a apresentação do coral e dança da Aldeia Sapukai, o Grupo Arte Fênix também apresentou sua dança contemporânea. Outra atração que atraiu os olhares de quem passou pelo Centro da cidade foi a Quadrilha Junina Dito Peres, campeã do Torneio de Quarilhas Juninas de Angra dos Reis. O evento também contou com a apresentação da Banda do Colégio Naval e do Sarau In Casa.

Já à noite, o evento contou com o Desfile Nossa Identidade, organizado pela Setorial de Moda. A Banda Horizonte Oh e Rodrigo Sax Live também agradaram em cheio ao público. À meia-noite ocorreu o corte do bolo, com direito aos parabéns.

A CASA DE CULTURA

A Casa de Cultura Poeta Brasil dos Reis foi fundada no dia 25 de agosto de 1985 e é a primeira Casa de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Recebeu esse nome em homenagem ao poeta Brasil dos Reis e funciona em um sobrado de 1824. A casa foi fruto da luta do movimento cultural da cidade, liderado por artistas do grupo teatral Revolucena. A população local apoiou o movimento, reunindo muitas assinaturas para evitar a demolição do casarão, que foi tombado, assim como outros patrimônios históricos do município.

João Luiz Gibrail Rocha, então prefeito à época, decretou a desapropriação do prédio, cedendo-o para a criação de uma casa de cultura, por meio de um convênio entre a Secretaria de Estado de Cultura e a Prefeitura de Angra.

 

 

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