Vereador de Volta Redonda Carlinhos Santana classifica como absurda a taxa de iluminação

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Longe da campanha eleitoral deste ano, já que não vai se candidatar a nenhum cargo, o vereador Carlinhos Santana (SD) de Volta Redonda se diz preocupado com a situação do país e muito mais da cidade. Garantiu que a cada dia a população sofre com o desemprego e ao mesmo tempo com o alto custo de vida. E agora, os moradores do município são obrigados a pagar mais uma conta, a taxa de iluminação.

O vereador destacou que são 20 meses de mandato e muito trabalho. “Continuo meu caminho de cabeça erguida, pois busco fazer pela população tudo que esta ao meu alcance”, contou, lembrando que no primeiro ano de mandato destaca que foi o voto contrário ao Projeto de Lei que autoriza a criação da Contribuição para o Custeio dos Serviços de Iluminação Pública (Cosip), que já começa a ser paga pela população. “Não concordo que o povo tenha que arcar com essa despesa. Para mim essa taxa é um absurdo”, declarou.

Para o parlamentar, a taxa de iluminação é o golpe mais covarde no bolso da população.  Disse que é essa taxa é mais uma que sairá do bolso do povo. “Por isso votei contra. Uma cobrança tão alta pela iluminação do município, não se justifica e agora meu trabalho é fiscalizar qual será o destino dado a todo esse dinheiro arrecadado com a iluminação. A cidade precisa gerar emprego, cuidar da educação com maior zelo e, principalmente cuidar da saúde”, relatou.

CONVOCAÇÃO

Explicou ainda que, recentemente teve que convocar o diretor médico do Hospital São João Batista (HSJB) para explicar os problemas enfrentados pelos moradores da cidade quando precisam do hospital. “Mesmo sendo meu posicionamento, com muita cobrança e muito trabalho consegui importantes obras para a cidade, como a nova rede de água potável para o bairro Três Poços/Vila Rica, uma unidade descentralizada de fisioterapia, que irá agilizar a demanda de pedidos da área, a ponte sob o Córrego Cafuá, que estava parada por mais de seis meses, que foi entregue para a população”, informou.

Contou também que no final do ano votou contra o PL enviado à Câmara que reduziu o repasse da educação em 5%, que representa aproximadamente R$ 50 milhões. “Também votei contra. Afinal não é possível e nem é admissível reduzir investimento em educação, pois é preciso educar a criança para não punir o adulto”, disse o parlamentar, ressaltando que nesse período que está no cargo de vereador, tem vários projetos de lei, que ainda tramitam no Legislativo e 20 que já viraram lei. “Entre os que tiveram mais espera da população, são a instalação de torneiras econômicas em todos os prédios públicos, buscando a redução de gasto de água, disciplina sobre a divulgação de noções básicas da Lei Maria da penha nas escolas, fazendo uma educação de prevenção, entre outros”, completou. Disse ainda que o seu projeto Microfone do Povo está na rua para que o cidadão possa fazer sua reclamação, elogio ou sugestão.