Sassaricando – Oscar Nora – 15 de dezembro de 2018

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Foto/Ilustração: Divulgação

A temporada de 2019 será delicada para o Volta Redonda FC. Superada a turbulência do período eleitoral, quando esteve muito próximo de se envolver em demolidor clima de disputas internas, semelhantes às que tem sido um suplício para o CR Vasco da Gama, o maior desafio do Voltaço agora é driblar o calendário.
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Seus dois primeiros jogos de estreia no Campeonato Estadual serão nas casas dos adversários. Dia 19 ou 20 enfrentando o Fluminense, talvez no Maracanã, e 23 ou 24 de janeiro, em São Januário duelando com o Vasco. É um castigo pegar pela frente, logo de cara e, além disso, como visitante, dois caminhões trucados.
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Completam seu grupo na Taça Guanabara, além do segundo colocado da fase de acesso onde está o Resende, também a Portuguesa e o Madureira, respectivamente sexto e nono colocados no campeonato passado quando o Volta Redonda ficou em décimo lugar.
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Para uma equipe que ainda está em formação, resta pouco tempo para a preparação adequada. Perigo que se potencializa uma vez que o afã de fechar o grupo rapidamente pode levar aos equívocos de organizar um elenco fraco como foi o Voltaço do ano passado.
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Na série C do Campeonato Brasileiro, a vida também não será fácil. Os adversários serão Atlético-AC, Boa Esporte, Juventude, Luverdense, São José, Tombense, Remo, Paysandu e Ypiranga. Verdadeira maratona cruzando o Brasil de norte a sul e oeste também.
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Os estados do Acre, Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Mato Grosso obrigarão a uma maratona de muitas viagens com milhares de quilômetros percorridos. Um exagero da Confederação Brasileira de Futebol que aproxima jogadores e comissão técnica das horas de voo exigidas aos candidatos interessados em obter o brevê de piloto.
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Não se pretende criar uma véspera do apocalipse. Mas alertar para o que será a nova temporada. Nosso desejo é uma saudável inspiração aos dirigentes do Voltaço. Sim, porque desde que os editores de cinema e televisão se tornaram amigos íntimos dos empresários, muitos jogadores cabeças-de-bagre foram transformados em atletas geniais, graças às engenhosas edições.
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Foto: Divulgação

O Brasil se sagrou pela primeira vez campeão mundial do 4×200 metros nado livre e estabeleceu novo recorde mundial para a prova com 6:46.81. Luiz Altamir Melo abriu o nado para o Brasil. Fernando Scheffer pulou na água em segundo. O terceiro a pular na piscina foi Leonardo Santos que terminou suas braçadas à frente, a poucos décimos da Rússia e China. Quarto do grupo, Breno Correia manteve a ponta e terminou o percurso com 1:40.98. Novo recorde. Parabéns

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