Ato em defesa da DPU em Volta Redonda reúne usuários e representantes de diversos coletivos

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VOLTA REDONDA
Um ato em defesa da Defensoria Pública da União (DPU), em Volta Redonda, realizado nesta segunda-feira, dia 6, reuniu usuários e representantes de diversos coletivos de assistidos, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-VR) e outros movimentos sociais da cidade e região.
Durante o ato, o Defensor Público Federal, Claudio Luiz dos Santos, coordenador do projeto “A Defensoria vai Aonde o Povo Pobre está” recebeu da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), representada pelo deputado pelo deputado Waldeck Carneiro, Moção de Aplauso pelo projeto realizado. A iniciativa, de acordo com os organizadores do movimento, é um esforço na garantia de direitos a tantas pessoas e coletivos de 15 munícipios da Região Sul Fluminense e Costa Verde. A ação, que teve início em 2017, atende a mais de 30 coletivos e comunidades da região. Agora corre o grande risco de acabar.
O fato do procurador ter sido afastado da chefia da DPU, em Volta Redonda, levou uma comissão de assistidos a conversar com um Corregedor presente na unidade durante o ato, que contou também com a participação de uma representante da Defensora Pública do GT mulher de Brasília.
A DEFENSORIA VAI AONDE O POVO POBRE ESTÁ
Os manifestantes informaram que o movimento foi realizado pela preocupação com um possível fim do projeto A Defensoria vai Aonde o Povo Pobre está, por questões internas. De acordo com os manifestantes, a informação que eles obtiveram é de que o serviço seria encerrado pelo fato do Defensor Público Federal, Claudio Luiz, coordenador do projeto não estar mais como chefe da unidade na Cidade do Aço.
A manifestação, de acordo com os organizadores, foi passiva e reuniu um bom número de pessoas, mesmo tendo sido realizado em uma segunda-feira, em horário de trabalho. Disseram que o movimento serviu ainda para somar e dar força a audiência que será realizada via canal da DPU no Youtube e Teams, no próximo dia 10, às 19 horas. O encontro contará com a presença de lideranças das comunidades e dos coletivos atendidos, além dos parceiros, movimentos sociais e agentes políticos em geral.