Mulher segue desaparecida de Volta Redonda desde fevereiro deste ano

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VOLTA REDONDA

Claudia Nogueira Goulart, de 42 anos, está desaparecida há cerca de oito meses. Sua família, de Volta Redonda, fez contato hoje, pela terceira vez, com o A VOZ DA CIDADE para contar que não tem retorno sobre seu paradeiro. Eles explicam que é a segunda vez que ela some, sendo a outra em 2017, quando ela desapareceu por quase um ano. Segundo sua irmã, Rosimere Nogueira Barbosa Oliveira, Claudia sofre de esquizofrenia e os familiares temem que as pessoas se aproveitem dela. “Pode ser que ela tenha ido embora por vontade própria, ou não. Mas caso seja, gostaríamos que ela fizesse contato, para dizer que está bem, que não quer voltar. Isso acalmaria os nossos corações”, expressou a irmã.

Rosimere explicou que no ano passado, por meio de uma reportagem nossa, a família conseguiu localizar Claudia. Uma jovem teria lido o conteúdo e feito contato com os parentes. Ela foi encontrada no Centro de São Paulo pela própria irmã. “Ela ficou lá dormindo em albergue e durante o dia, pegando papel e outros reciclados para vender. Eu mesma a encontrei, mas não foi fácil, já que a moça só a viu na rua, perto de um hospital”, disse. Hoje, a irmã acredita que ela possa ter retornado para capital paulista, mas saber com exatidão sua localização é praticamente impossível.

Ela conta ainda que Claudia é formada em enfermagem. Trabalhou em hospitais e até em supermercados. Entretanto, de uns quatro anos para cá ela começou a apresentar quadros de esquizofrenia. “Ela morava com a minha mãe, mas resolveu sair de casa, deixando sua filha, hoje com 20 anos, com a avó, e alugou uma casa. Recentemente, ela estava morando no Belo Horizonte. Deixou o emprego e não fazia acompanhamento médico”, relatou a parente.

Ela diz que da última vez, a irmã fugiu levando as roupas. Porém, desta vez, só saiu com os documentos. “Acreditamos que ela possa ter voltado para São Paulo, mas não temos certeza. Quem conversa com ela vê uma pessoa normal, porém, ela fica desorientada de uma hora para outra. Por isso temo que as pessoas façam algum tipo de maldade com ela”, contou, explicando que na primeira fuga a irmã chegou na capital pedindo carona em estrada.

A família já esteve em rodoviárias, hospitais, necrotérios e registrou o caso na 93ª Delegacia de Polícia (DP).

Quem tiver alguma informação da Claudia pode ligar para o telefone (24) 9 9866 -5677.

 

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