Delegada Mônica Areal deixa Deam de Volta Redonda para assumir unidade de Nova Iguaçu

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VOLTA REDONDA

A delegada Monica Areal deixou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Volta Redonda (Deam-VR) para assumir a vaga unidade policial de Nova Iguaçu. A posse aconteceu na manhã de ontem. A informação foi dada à imprensa pela própria delegada na manhã do último domingo, 3. Ela havia assumido a Deam de Volta Redonda no dia 22 de março de 2018 no prédio da Chefia no Rio de Janeiro, por conta da gravidez da sua substituída.

Aos 42 anos de idade e há quatro anos e cinco meses na Polícia Civil, Monica Areal assumia a sua primeira em Volta Redonda e a primeira vez que iria atuar em uma cidade do interior. Na ocasião, ela deixou a 74ª Delegacia de Polícia (DP) de Alcântara para trabalhar na cidade do Aço onde efetuou, desde que assumiu o cargo, cerca de 60 prisões e realizou 442 indiciamentos.

Ao dar a informação de sua mudança de delegacia, a delegacia agradeceu aos jornalistas pela parceria e garantiu que foi muito bem atendida e recebida pela imprensa local. Explicou que, mesmo deixando a titularidade da unidade, vai manter contato. Indagada sob sua substituta, a delegada preferiu não adiantar o nome, lembrando apenas que, com certeza, Volta redonda será bem atendida.

PROJETO ‘SIGA EM FRENTE’ SERÁ MANTIDO

A delegada garantiu que, sai da Deam de Volta Redonda, mas estará com o Projeto ‘Siga em Frente’, que será colocado em prática já em março. “O projeto continua. É um pequeno legado que quero deixar de presente para a cidade que me acolheu tão bem. A diretora Dra. Juliana Emerique é sensacional, nunca vai deixar Volta Redonda desamparada”, declarou a delegada. Ela lembrou ainda que na polícia as mudanças sempre ocorrem e se um dia retornar para a unidade de Volta Redonda, será com muita satisfação.

Quando assumiu a Deam de Volta Redonda, a nova delegada garantiu que, o objetivo era prestar o atendimento que as mulheres merecem e devem ter. E sua grande ação como titular da unidade foi a primeira prisão no Estado do Rio de Janeiro pelo descumprimento de medida protetiva, já com o texto novo da Lei Maria da Penha que sancionada no ano passado pelo então presidente Michel Temer (MDB). O homem, segundo a delegada, era suspeito de ter agredido a ex-namorada e de descumprir uma medida cautelar de urgência expedida pela Justiça que o impedia de se aproximar da vítima.

 

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