Ambientalistas de Volta Redonda mostram preocupação com situação climática e formação de ciclone

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VOLTA REDONDA
Em cada fala durante reunião entre diferentes coletivos socioambientais, na manhã desta terça-feira, dia 17, de forma remota, na sala do Movimento Pela Ética na Política (MEP), os participantes se mostraram que a preocupação do coletivo é ampla, além das inúmeras questões relacionadas à poluição atmosférica e hídrica na cidade e região. Há também os efeitos negativos do monte de escórias no bairro Brasílândia sobre a saúde da população da cidade.
Os ambientalistas citaram ainda o perigo para as tempestades e vendavais previstas para os próximos dias relacionados à formação de um novo ciclone com força de furacão. De acordo com os participantes, a situação climática preocupa principalmente pelo fato da proximidade das tempestades que poderão ocasionar cheia do Rio Paraíba do Sul, o que deve resultar em grandes problemas.
PREOCUPAÇÃO DO COLETIVO É AMPLA
A mestre em geologia e parte da Equipe Socioambiental do MEP, Sílvia Real, que foi mediadora do encontro, declarou que a preocupação do coletivo é ampla. “Além das inúmeras questões relacionadas à poluição atmosférica e hídrica na cidade e região, há também os efeitos negativos da escória sobre a saúde da população da cidade”, frisou Silvia, lembrando que os presentes no encontro desta terça-feira, citaram o perigo para o mau tempo previsto para os próximos dias.
O grupo está organizando ainda para o mês de junho, dedicado ao meio ambiente, atividades de conscientização nos bairros do entorno da montanha de escória.
AVALIAÇÃO DO ENCONTRO COM PROCURADOR
Durante a reunião de hoje, os ambientalistas avaliaram também o encontro realizado no último dia 10 com o Procurador da República, Jairo da Silva. “As representações dos diferentes segmentos presentes na reunião consideram o encontro positivo no sentido da aproximação do Ministério Público Federal (MPF) com os movimentos socioambientais. Significa também o compromisso do MPF agendar nova reunião dos técnicos para aprofundarmos a questão do TAC”, declarou Sílvia Real.
O coletivo segue aguardando a reunião com o corpo técnico ministerial do Ministério Público para conhecer de perto as tratativas relacionadas à operação do pátio de escória.