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Sassaricando – Oscar Nora – 8 de fevereiro de 2022

Por Andre
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Palmeiras x Al Ahly, na semifinal do Mundial de Clubes nesta terça-feira, às 13h30, será a oportunidade de revanche da equipe brasileira. Vencendo, os palmeirenses devolvem a derrota sofrida para o adversário no ano passado, no mesmo torneio, e se habilitam para a decisão do título contra o vencedor da partida Chelsea x Al Hilal.

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Embora seja pouco conhecido no Brasil, o Al Ahly é o maior vencedor do continente africano. Na sala de troféus do centenário clube estão 10 Taças da Liga dos Campeões da África – oito ganhas nos últimos 20 anos – além de 42 títulos da Liga Egípcia e 37 troféus da Taça Egípcia. O Al Ahly é o segundo maior ganhador de títulos internacionais do mundo, ficando atrás apenas do Real Madrid.
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Se fossem vivos, Ramsés III, Tutancâmon e outras múmias famosas do Egito certamente fariam parte dos mais de 50 milhões de torcedores do Al Ahly e estariam esta tarde no estádio Al Nahyan, em Abu Dabi, apoiando a equipe. Como o Al Ahly pode ser um fio desencapado, o conselho do técnico Abel, leitor de Camões, é perfeito: “Prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém!”
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O brasileiro Jean Pierre, de 23 anos, voltou para casa. Vai se tratar em Porto Alegre, depois de ser diagnosticado com câncer testicular, ao fazer exames médicos no Girensunspor da Turquia. Por que atletas, recebem diagnóstico de câncer de testículo? A atividade física é fator de risco para o desenvolvimento de tumor testicular? Não! Nem a modalidade do esporte.
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Outros casos de câncer de testículo já foram diagnosticados em atletas de diferentes esportes. Lance Armstrong, ex-ciclista profissional americano, famoso por ter vencido o Tour de France por sete vezes seguidas, é um exemplo. Ocorre que o câncer de testículo é o mais comum em homens de 15 a 34 anos, faixa etária onde estão os atletas.
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Dos 74 mil casos anuais de câncer de testículo no mundo, 35 mil deles estão entre 15 e 34 anos. Com mais de três mil novos casos, o Brasil registra a maior incidência anual na América Latina, mas há uma curiosidade: a maior prevalência no continente acontece na Argentina, com 8,1 casos para cada 100 mil argentinos, enquanto a prevalência no Brasil é de 2,5 casos. Na Noruega, Norte da Europa, a proporção é a maior do mundo: 12,4 casos para cada 100 mil homens.
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Em relatório recente, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica observou que em 2020 houve redução no Brasil, quando comparado com 2019, de 32% no número de biópsias de testículo, exame que confirma o diagnóstico de câncer. Provavelmente, em razão da grande demanda reprimida como reflexo da pandemia.

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