ITATIAIA
O Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Itatiaia (Iprevi) encerrou o exercício de 2025 com um desempenho financeiro histórico, superando de forma expressiva a meta atuarial estabelecida para o período. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, dia 5, pela diretora-presidente da autarquia, Alessandra Marques.
De acordo com a Política Anual de Investimentos, a meta atuarial para 2025 era de 9,47%. No entanto, o Iprevi alcançou uma rentabilidade de 18,26%, resultado jamais registrado na história do instituto. O desempenho representou um retorno acumulado de R$ 53.804.766,73, fortalecendo significativamente o equilíbrio financeiro e atuarial do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) do município.

Alessandra Marques destaca gestão técnica e responsável do instituto – Divulgação
Outro dado que evidencia a solidez da gestão é o crescimento patrimonial do instituto ao longo da última década. Nos últimos dez anos, o patrimônio da autarquia aumentou 757,49%, refletindo uma condução responsável dos recursos previdenciários, baseada em governança, controle rigoroso e decisões técnicas bem fundamentadas.
Segundo Alessandra Marques, o resultado é fruto do trabalho criterioso do Comitê de Investimentos, que atua de forma permanente na análise de cenários econômicos, gestão de riscos, controle e monitoramento das aplicações financeiras. “Os números alcançados traduzem o compromisso da equipe com a sustentabilidade do regime e com a garantia do pagamento dos benefícios presentes e futuros. Cada decisão é tomada com responsabilidade técnica e visão de longo prazo”, afirmou a diretora-presidente.
Ela ressaltou ainda que o desempenho reforça a credibilidade do Iprevi e demonstra que uma gestão pautada em planejamento, transparência e controle é capaz de gerar impactos positivos diretos na saúde financeira do RPPS e na segurança dos segurados.
A diretora também destacou a importância do cumprimento das obrigações previdenciárias por parte do Executivo, do Legislativo e das patrocinadoras. Segundo ela, essa postura fortalece a governança e a responsabilidade fiscal, evita a formação de passivos previdenciários e assegura a conformidade com as normas do Ministério da Previdência, dos Tribunais de Contas e demais órgãos de controle.