BARRA MANSA
Foi concluída nesta segunda-feira, 24, a campanha ‘Bota Fora Dengue’ com sete toneladas de materiais retiradas de residências. O objetivo da ação feita pela prefeitura, por meio do Saae, em parceria com a Secretaria de Saúde, foi eliminar criadouros e controlar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. Ao todo, sete toneladas de materiais foram retiradas das residências dos moradores.
A campanha aconteceu ao longo do mês de fevereiro, onde as equipes percorreram os bairros Assunção, São Carlos, Cotiara, Morro do Macuco, Boa Vista II, Boa Vista I e São Judas, recolhendo materiais inservíveis que poderiam se tornar focos do mosquito.
De acordo com Vinícius Paiva, coordenador da Coordenadoria de Resíduos Sólidos (CRS) do Saae, a campanha obteve resultados positivos graças ao engajamento da comunidade. “O ‘Bota Fora’ é uma iniciativa extremamente benéfica para nossa comunidade. Além de remover materiais que poderiam servir de criadouros para o Aedes aegypti, a campanha desempenha um papel educativo fundamental. A conscientização dos moradores sobre a importância do descarte correto de resíduos volumosos resultou na coleta das cerca de sete toneladas de materiais, evitando descartes irregulares e contribuindo para a saúde pública. O engajamento nos motiva a expandir a ação para outros bairros”, afirmou Vinícius.
Segundo a médica veterinária e supervisora técnica da Vigilância em Saúde Ambiental, Millena Borges, as ações preventivas precisam continuar acontecendo. “A crescente adesão da população à campanha é encorajadora, mas não podemos baixar a guarda. É imprescindível que cada cidadão adote práticas preventivas diárias, como eliminar recipientes que acumulem água parada e manter a limpeza regular de seus ambientes. A prevenção é a ferramenta mais eficaz para evitar surtos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti”, destacou.
A população pode continuar contribuindo com as ações de combate ao mosquito denunciando imóveis que apresentem condições propícias ao seu desenvolvimento. As denúncias podem ser feitas à Vigilância em Saúde Ambiental, através do telefone: (24) 3512-0722.