Padre Juarez Sampaio disse que se inspirou no Papa Francisco para tantas atitudes em sua vida ministerial

O religioso destacou que o Papa, como São Francisco de Assis, veio para revolucionar

Por Tânia Cruz
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VOLTA REDONDA
O padre Juarez Sampaio, da Comunidade Santo Antonio, em Volta Redonda, está entre os milhares de religiosos que lamentou a morte do papa Francisco. Disse se inspirar em tantas atitudes que tem na sua vida ministerial e também se confirma em tantas dessas. Segundo ele, na segunda-feira, dia 21, o mundo acordou triste com a notícia da morte do Papa Francisco. Declarou que foi um dia de muita emoção e sofrimento porque o Papa Francisco marcou muito a história do mundo nesses últimos doze anos.
Juarez Sampaio lembrou que, eleito com o nome de Francisco já é um programa de vida, já que São Francisco de Assis, lá no ano de 1.200, revolucionou muita coisa no mundo e o Papa Francisco veio para revolucionar. “Ele veio para fazer com que o mundo olhasse aquilo que estava esquecido tantas vezes, como a questão ambiental, a casa comum onde moramos todos nós, seja rico seja pobre, depois ele olha aqueles que dentro dessa casa comum está esquecido, entre eles os migrantes, os imigrantes, os vitimados da guerra, os famintos, os negros e os homossexuais”, explicou.
Ainda de acordo com o padre Juarez Sampaio, o Papa Francisco veio, na verdade, fazer com que o mundo olhasse para aqueles que estavam totalmente desprezíveis. “E nós somos chamados a viver esse olhar apurado do Papa Francisco para essa realidade. Estão às vezes esquecidas as suas visitas. Na quinta-feira Santa no lava pés, aos Cáceres também, um chamado especial para os encarcerados, para os pobres, para os últimos”, disse Sampaio, ressaltando que na pandemia, o Papa Francisco foi um grande incentivador do cuidado da vida, o direito universal à saúde para todos com a vacinação, o combate ao negacionismo, de um mal que abateu o mundo. “Então o Papa Francisco fez com que a gente enxergasse além das questões ambientais, dentro dessa casa comum a gente tem que olhar para casa, olhar para o cuidado com o outro”, completou o padre Juarez Samapaio.
Disse também que o Papa Francisco foi aquele que fez com que as pessoas olhassem para todos, ao seu redor. “Um olhasse para o outro, que fala na fraternidade universal e que tantas vezes a gente esquece que somos irmãos. “Então, são essas coisas, mas a gente fica, é claro, consternado, sofrido porque o Papa Francisco. Então, que Deus possa abençoar todos”, declarou o padre Juarez.
OUTRAS RELIGIÕES
A morte do papa Francisco foi comentada na Região Sul Fluminense por lideranças católicas e não católicas. Um deles é o Pastor Dario Ferreira, da Comunidade Evangélica Cristo Reina, em Barra Mansa. “Que Deus o receba em suas moradas. Bem grande para aquele que sempre lutou pelos menos favorecidos e excluídos”, disse. A Mãe Célia Morais, do Centro Espírita Nossa Senhora da Guia, destacou que a morte do Papa Francisco é uma grande perda para todos. “Um líder religioso que realmente se preocupava com as diversidades e desigualdades sociais. Que permaneça o seu legado de amor e respeito às pessoas e a natureza”, disse a representante da Umbanda.
Também lamentou a morte do Papa Francisco, o Pastor Marco Paulo de Oliveira, da Igreja Presbiteriana Independente, em Paracambi. “Ele mostrou sua graça e paz a todos os paroquianos da Igreja Católica Apostólica Romana. Externamos nossas condolências pela partida do Papa Francisco, que o Espírito Consolador derrame gracioso conforto sobre cada coração enlutado em todo o mundo por essa perda tão significativa e conceda direção neste momento tão delicado para o futuro de toda a Igreja”, relatou o religioso.
Outro também que falou sobre a grande perda para a Igreja Católica foi o
é o Ministro da Fraternidade Santo Antônio dos Pobres da Ordem Franciscana Secular, em Volta Redonda, professor Hugo Leonardo Pereira Borba. Disse que o Papa Francisco deixa um legado de amor e cuidado. “O mundo perde hoje um Líder Universal da reconciliação, da paz do cuidado da casa comum e principalmente um defensor dos Pobres e perseguidos destes tempos difíceis do Presente”, concluiu o professor.

 

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