SUL FLUMINENSE
As Santas Casas de Barra Mansa, Resende, Angra dos Reis, Carmo o e Lar São Francisco (Rio de Janeiro) estão recebendo recursos orçamentários oriundos de emendas destinadas pelo deputado federal Antonio Furtado (PSL). A intenção é levantar recursos para equipar e melhorar atendimento médico nas cidades. Apenas para a de Barra Mansa a emenda enviada foi de R$ 2,2 milhões. O deputado esteve na cidade para conhecer as novas instalações e reformas já realizadas. Para as demais cidades citadas são mais de R$ 1,6 milhões destinados.
Segundo o deputado, é preciso garantir saúde de qualidade para as pessoas que precisam de cuidados. “Uma unidade hospitalar que atende a mais de 200 mil pacientes, entre SUS e convênio, precisa de toda a atenção e investimento para que consiga manter os atendimentos à população”, explicou o parlamentar.
Em Barra Mansa, entre os equipamentos que serão adquiridos com a verba parlamentar está um mamógrafo. “Estamos no Outubro Rosa e essa é uma notícia que chega na melhor época. Com os recursos que destinamos, será possível comprar o equipamento de mamografia e ajudar no tratamento e prevenção das mulheres”, apontou Furtado, que conheceu ainda na cidade os novos espaços da Santa Casa, como a recepção central, que foi refirmada, e a área destinada aos serviços de imagem.
O provedor da Santa Casa de Barra Mansa, Getúlio Pereira, destacou sobre a importância da visita do deputado que tem ajudado e contribuído para que o hospital forneça um atendimento digno para a população.
COBRANÇA FIXA DO ICMS NO COMBUSTÍVEL
A Câmara Federal aprovou no dia 13 por 392 votos a favor, 71 contrários e duas abstenções, o valor fixo para cobrança de ICMS sobre combustíveis. O deputado Antonio Furtado foi um dos parlamentares que votaram a favor da medida prevista no Projeto de Lei Complementar 11/20. “Precisamos fazer alguma coisa para frear esse aumento. Acredito que com a proposta de fixar o valor do ICMS será possível trazer uma redução no valor para o consumidor”, declarou o deputado.
Atualmente a cobrança do ICMS varia entre 25% e 34% de acordo com o Estado e tem com base de cálculo o preço médio ao consumidor final apurado quinzenalmente pelos governos estaduais. Com a nova determinação, a cobrança passaria ser fixada por 12 meses e não poderá exceder, em reais por litro, o valor da média dos preços ao consumidor final praticado no mercado ao longo dos dois anos anteriores.