Associação de Moradores do Vila Rica, em Volta Redonda, esclarece sobre atualização do processo que envolve algumas casas  

Por Tânia Cruz

VOLTA REDONDA   

Com a finalidade de esclarecer sobre a questão de algumas casas na Justiça, a direção da Associação de Moradores do Conjunto Habitacional Vila Rica (Amavir), em Volta Redonda, decidiu divulgar para os moradores uma atualização sobre o processo. Informou que a Desembargadora Vera Lúcia Lima, que no momento está responsável pelo caso, já agendou para o próximo dia 16 o julgamento da 2º Instância do processo.

Foi informado ainda que a Caixa Beneficente dos Empregados da Companhia Siderúrgica Nacional (CBS), também envolvida no processo, entrou com uma petição requerendo que seja realizada a digitalização dos 16 volumes que compõem o laudo pericial e a estimativa é de que isso ocorra antes da data de julgamento. Com isso, de acordo com o presidente da Associação de Moradores, Milton Pereira, o Miltão, é necessária a conferência de toda a documentação para verificar se falta ou não documentos a serem anexados ao processo antes do julgamento do caso, ou seja, se na conferência for encontrada alguma discordância, haverá necessidade de remarcar o julgamento para uma nova data.

MOBILIZAÇÃO E COMPARECIMENTO DOS INTERESSADOS

Miltão lembrou ainda que, se confirmada a realização do julgamento, cabe uma mobilização e comparecimento dos interessados a esse tão esperado momento. “A Amavir está e sempre estará à disposição dos interesses dos moradores e respeitando as leis”, destacou, lembrando que a Amavir é a representante legal dos moradores do bairro.

Miltão lembrou que para esclarecer qualquer informação no que diz respeito ao bairro a Amavir deve ser procurada. “Pedimos aos moradores para nos procurar. É um processo complexo e que depende da Justiça, podendo sofrer novos adiamentos como vem ocorrendo durante os últimos anos. Quaisquer novidades, divulgaremos aos moradores”, completou o presidente, lembrando que o processo está disponível na internet e os moradores que quiserem consultar, o nº do processo é: 0001627-27.2001.4.02.5101.

O presidente lembrou que o processo é de 2001, quando os problemas nos imóveis surgiram, e que o número de casas e pessoas envolvidas na ação não corresponde mais a quantidade de anteriormente, já que ao passar do tempo muitas pessoas abandonaram o caso e outras foram pressionadas a desistir de fazerem parte do processo.

 

 

 

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