Vigilância em Saúde Ambiental intensifica combate ao Aedes aegypti no período chuvoso

Por Franciele Aleixo
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BARRA MANSA

As equipes da Vigilância em Saúde Ambiental, que integra a Pasta de Saúde, desempenham diariamente um papel fundamental no cuidado e proteção da população. O trabalho é contínuo e envolve ações de prevenção, monitoramento e controle de fatores ambientais que podem oferecer riscos à saúde, com atenção especial às doenças transmitidas por vetores, como os mosquitos.
Durante este período com chuvas frequentes, a Vigilância em Saúde Ambiental intensifica as ações voltadas à prevenção da proliferação do mosquito Aedes aegypti e de outras situações que podem favorecer a transmissão de doenças. As ações incluem orientações à população para evitar água parada, como em vasos de plantas, recipientes abertos e outros locais que possam se tornar criadouros do mosquito.
Anualmente, os serviços são executados de forma planejada e estratégica, com destaque para o funcionamento das ovitrampas, importantes ferramentas de monitoramento. A ovitrampa consiste em um pote escuro contendo água e levedo de cerveja, que funciona como uma isca, atraindo a fêmea grávida do mosquito para a deposição dos ovos. Esses ovos são colocados em uma palheta (substrato), que é retirada periodicamente pelas equipes e encaminhada ao laboratório para contagem e análise.
Esse método permite avaliar o nível de infestação do mosquito no município sem gerar novos vetores, uma vez que os ovos são removidos antes da eclosão. Dessa forma, a Vigilância em Saúde Ambiental consegue atuar de maneira preventiva e eficaz, direcionando ações de controle e reforçando o compromisso da administração municipal com a saúde e o bem-estar da população.
A veterinária e supervisora técnica, Millena Borges, deu mais detalhes sobre os acompanhamentos realizados.
– Iniciamos mais um ano buscando a prevenção e o controle do mosquito da dengue. As armadilhas colocadas nas residências fazem os monitoramentos dos ovos colocados pelas fêmeas do Aedes. Com isso, sabemos quais locais necessitam mais de cuidado e restrições. Além dessa alternativa, agimos também nos PEs (Pontos Estratégicos), como cemitérios, áreas de sucatas e borracharias, onde intensificamos a prevenção de 15 em 15 dias. Esse monitoramento segue um calendário oficial estabelecido pela Secretaria de Estado de Saúde, com datas previamente definidas para a instalação, coleta e análise das armadilhas – explicou Millena, reforçando ainda que a população também mantenha a atenção nos meses de fevereiro e março.
Para mais informações sobre os trabalhos, o telefone da Vigilância em Saúde Ambiental é (24) 3512-0722.

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