Vereador denuncia possíveis irregularidades no contrato da OS Mahatma Gandhi com o Hospital do Retiro

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VOLTA REDONDA

O vereador Jari (PSD) segue com denúncias sobre possíveis irregularidades no contrato da OS Mahatma Gandhi com o Hospital Municipal Munir Rafful (HMMR), o Hospital do Retiro. O parlamentar informou que já acionou as autoridades competentes. Ontem, ele entregou a denúncia ao Ministério Público Estadual (MPE). “Levamos os documentos ao Tribunal de Contas do Estado, ao Ministério Público Federal, Polícia Federal e agora aqui, ao Ministério Público Estadual”, informou.
Jari destacou que, como vereador, dentro do papel constitucional de fiscalizador dos recursos públicos, vai continuar a observar de perto a atuação desse grupo na saúde pública de Volta Redonda. “No entanto, há novos passos que precisam ser dados e isso só é possível a partir do trabalho dos conselheiros, policiais, procuradores e promotores”, informou o parlamentar.

CUSTO DO HOSPITAL
O vereador lembrou ainda que, segundo levantamento feito, o custo do Hospital do Retiro passou de R$ 27 milhões para R$ 43 milhões a partir da chegada da OS Mahatma Gandhi. “Junto a isso, descobrimos que havia contratos diversos entre parentes e empresas de parentes da direção da OS para prestar serviços ao hospital. Consultorias, fornecimento de alimentação e salários pagos a altos dirigentes da Organização Social já foram confirmados e devem ser minuciosamente investigados”, informou o parlamentar.
Ainda de acordo com Jari, após suas denúncias, os envolvidos simplesmente foram embora da cidade. “O dinheiro é público e do povo de Volta Redonda. E tem de ser usado com responsabilidade. Nossa cidade não pode continuar sendo tratada desta forma, não vamos deixar isso acontecer”, denunciou.

Recentemente, quando o assunto teve em discussão na Câmara de Vereadores e o vereador Jari fez um requerimento convocando o Secretário Municipal de Saúde, Alfredo Peixoto, para ir ao Legislativo prestar esclarecimentos, a Secretaria de Comunicação da Prefeitura foi procurada pelo A VOZ DA CIDADE e informou que o prefeito Samuca Silva (PSDB) e o secretário não iriam se manifestar sobre o assunto, tendo em vista que a suspeita é em cima da O.S.

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