Últimos dias para inscrições do edital da Petrobras e do Sebrae

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SUL FLUMINENSE

Segue até o próximo dia primeiro de agosto, o 3º edital Petrobras Conexões para Inovação, cujo Módulo Startups tem parceria com o Sebrae. As inscrições estão abertas na plataforma Catalisa: https://www.worldlabs.org/opportunity/petrobras-conexoes-para-inovacao-modulo-startups/about.

Com valor total de R$ 22 milhões, este é o maior edital de inovação já aberto no setor de óleo, gás e energia voltado para startups e pequenas empresas. As selecionadas terão oportunidade de desenvolver soluções e modelos de negócios já acessando uma fatia relevante do mercado: a demanda da Petrobras, com potencial de escalar na indústria nacional e internacional. O valor por projeto pode chegar até R$ 500 mil (para os desafios da categoria Soft Tech, com prazo de até 12 meses de execução) ou até R$ 1,5 milhão (para os desafios da categoria Deep Tech, com prazo de até 18 meses de execução). O Rio de Janeiro é responsável por 80% da produção de óleo e gás do Brasil. A expectativa é que grandes projetos inovadores idealizados no estado, participem do edital.

O Módulo Startups faz parte do objetivo da Petrobras de estimular a geração de inovações com alto potencial de impacto e ganhos de eficiência em áreas de interesse do setor.

De acordo com o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick, por meio desta parceria, o Sebrae viabiliza que pequenos negócios se insiram de forma efetiva no processo de inovação aberta da Petrobras. “Dessa forma desenvolvendo tecnologia e inovação que irão impactar positivamente a cadeia produtiva de Petróleo e Gás. Durante a execução dos projetos de P,D&I, o Sebrae caminha junto com as startups, promovendo ações de suporte em gestão e melhoria da competitividade dessas empresas selecionadas nos editais”, explica.

O sócio-fundador da Pam Membranas Seletivas, Cristiano Borges, que foi selecionado e venceu o edital em 2019, vai participar do webinar e contar sua experiência. “Este é um mercado interessante e com grande demanda, porém ainda muito dependente de tecnologia externa, embora tenhamos tanto a desenvolver por aqui. Um financiamento deste tipo permite a transferência da tecnologia desenvolvida em universidades para o mercado, por meio de uma mediadora, que é a startup”, disse.

 

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