INTERNACIONAL
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado, dia 3, que as forças americanas realizaram um ataque de grande escala à Venezuela e que o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país, embora ainda não se saiba para onde foram levados.
Em postagem nas redes sociais, Trump afirmou que “os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”. O presidente norte-americano acrescentou que a operação foi conduzida em conjunto com as forças policiais dos EUA e que uma coletiva de imprensa está marcada para às 11 horas, em Mar-a-Lago com mais detalhes sobre a ação.

Forças armadas dos EUA anunciaram ataque e captura de Nicolás Maduro – Reprodução X
O ataque teria atingido diversas áreas da capital Caracas e outras cidades venezuelanas por vias aérea e terrestre, segundo a narrativa oficial norte-americana, que ainda não apresentou evidências independentes verificáveis sobre os alvos e o paradeiro de Maduro e Flores.
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, rejeitou a presença de tropas estrangeiras no território e classificou o ataque como “vil e covarde”, apelando por ajuda e solidariedade internacional às forças venezuelanas e à população civil. Autoridades chavistas denunciavam combates em várias regiões e convocavam a população a resistir.
Trump tem acusado Maduro de liderar uma organização criminosa voltada para o tráfico internacional de drogas, justificando a pressão militar com operações que incluem bombardeios norte-americanos a barcos nas águas do Caribe nos últimos meses. Por diversas vezes, Maduro negou envolvimento com o tráfico e solicitou apoio de organismos internacionais diante da escalada diplomática com Washington.
O cenário permanece de alta tensão global, com reações de governos e organizações multilaterais ainda sendo articuladas enquanto a comunidade internacional busca esclarecimentos e possíveis desdobramentos legais e humanitários. (Fonte: Agência Brasil)