Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense repudia tarifa intervencionista dos EUA

Por Carol Macedo
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VOLTA REDONDA
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, Odair Mariano, se posicionou firmemente contra a taxação de 50% imposta pelo governo norte-americano às exportações brasileiras. Segundo ele, a medida representa um ataque direto à soberania nacional e ameaça milhares de empregos na indústria metalúrgica da região.
“Essa tarifa é injusta, arbitrária e coloca em risco o sustento de milhares de famílias. O Sul Fluminense, com forte presença no setor de aço, será duramente atingido. Não aceitaremos que interesses estrangeiros prejudiquem nossa economia e nossa gente”, afirmou Odair.
O sindicato se une às centrais sindicais brasileiras no repúdio à decisão do presidente Donald Trump, que, além de prejudicar o comércio bilateral, reacende memórias de ingerência externa em momentos críticos da história nacional.
A entidade também apoia a resposta do governo federal e a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica, sancionada em abril, que permite contramedidas comerciais para proteger os interesses do Brasil.
O sindicato alerta para os impactos da medida: risco de demissões em massa, fechamento de empresas, inflação e instabilidade cambial. E reforça seu compromisso com a democracia, os direitos da classe trabalhadora e a defesa da soberania nacional.

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