Sassaricando – Oscar Nora – 25 de junho de 2022

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Foto: Divulgação/Internet

Os técnicos de todas as seleções que estarão na Copa do Mundo 2022 devem estar todos de pianinho de fora, ou seja, rindo e felizes. A felicidade é pela decisão da Fifa, autorizando que cada país poderá levar 26 jogadores para o Catar e, em cada jogo, no banco de reserva poderão se sentar 15 jogadores.
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No caso do Brasil, agora Tite pode eliminar muitas dúvidas. No caso dos jogadores brasileiros, agora muitos deles respiram fundo e enchem o peito e a cabeça de novas esperanças. É natural que seja assim, em um país onde os craques vão surgindo sempre, sem parar.
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No futebol, um craque se conjuga em quatro tempos verbais: presente, futuro, futuro do pretérito e passado. No caso em questão pode-se dizer que esses verbos são irregulares sendo indispensável a análise criteriosa porque o passado, depois de passar pelo condicional, pode voltar a ser presente. O jogador Hulk serve como exemplo.
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Ele, o Givanildo Vieira de Sousa, que neste sábado, 25 de junho, está completando 36 anos e no seu corpo de um metro e oitenta carrega 85 quilos, poderia ser considerado um jogador que não atende mais a qualificação de jogador de seleção brasileira. Contudo, Hulk continua com o vigor do “paraibano-cabra-da-peste” de Campina Grande.
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Tite sabe disso. Tanto que, quarta-feira passada enviou para Belo Horizonte seu assistente-olheiro Cléber Teixeira. Quietinho, mas de olho aberto, Kleber viu uma fantástica exibição do atacante do Atlético Mineiro que marcou um gol de placa e deu assistência para o gol da vitória sobre o Flamengo.
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Falando em Flamengo, por lá existe o atacante Gabigol, concorrente direto de Hulk na escolha de Tite. Gabigol é um notável artilheiro, mas vive a escassez de gols. Hulk, ao contrário, vive momento sublime. Na temporada é o jogador com mais participações diretas em gols: 21 gols e 5 assistências. Em nosso alfabeto, depois da letra G, vem a letra H
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A culpa é do André Janones, Bolsonaro, Ciro Gomes, Luiz Inácio Lula da Silva e Simone Tebet. De todos eles. Por causa das eleições presidenciáveis um dia antes, a pedido da CBF, a Conmebol transferiu de Brasília para o Estádio Mario Kempes, na Argentina, a final da Copa Sul-americana de futebol.