Sassaricando-Oscar Nora -24 de maio de 2022

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Foto: Divulgação/Internet

As corridas de Fórmula I fascinam centenas de milhões de aficionadas pela competição. E desde 1951, quando o piloto Francisco “Chico” Landi disputou o GP da Itália, a paixão do brasileiro começou. Na categoria, até agora, já correram 30 pilotos brasileiros acumulando um acervo de 101 vitórias, 293 pódios e oito títulos mundiais na F1.
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Os oito títulos foram conquistados por seis vencedores: Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Ayrton Sena,José Carlos Pace, Rubens Barrichelo e Felipe Massa. Hoje estão tecnicamente aposentados, infelizmente com dois deles mortos: Pace numa acidente aéreo e Sena na pista de corrida.
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Emerson Fittipaldi brilhou na Fórmula 1 e na Fórmula Yndi, mas parou de correr em 1980. Também na Fórmula 1, Nelson Piquet parou em 1991, Rubens Barrichelo em 2011 e Felipe Massa em 2017. Mas a atual ausência de brasileiros pode mudar na temporada do ano que vem.
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Numa corrida espetacular, o brasileiro Felipe Drugovich abriu o champanhe nas duas últimas corridas em Barcelona e abriu 26 pontos de vantagem na liderança da Fórmula 2, último degrau antes da F-1.
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Além disso a guerra na Ucrânia pode abrir caminho para o brasileiro Pietro Fittipaldi. Piloto reserva da Haas F1 Team, que está no meio do tiroteio diplomático entre Rússia x Ucrânia x Otan, Pietro é neto de Emerson Fittipaldi. Vivendo no mundo das ferramentas da modernidade, ele é criador de conteúdo como Youtuber e Streamer,
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Faleceu ontem, aos 74 anos, Wendell Lucena Ramalho, o goleiro Wendell que jogou no Botafogo, Fluminense e seleção brasileira. Quando parou de jogar, Wendell se tornou preparador de goleiros. Como goleiro da Seleção atuou em sete partidas. Foram cinco vitórias, um empate e uma derrota, com apenas três gols sofridos e cinco jogos sem ser vazado.
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O pessoal do Real Madrid ficou bravo com o Kylian Mabappé depois que ele não deu bola para a oferta do Real Madrid e resolveu renovar seu contrato com o Paris Saint Germain, mais conhecido na intimidade como PSG. Dirigentes do mais poderoso clube do mundo se sentem ofendidos com a recusa.
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Permanecer na terra que adora Magret de Canard e um bom Vinho, em lugar de se mudar onde a Paella de Camarão e a Sangria são delicias consideradas insuperáveis, até que tem sentido. Afinal, Mabappé receberá luvas de 300 milhões de euros e salário de 100 milhões de euros por ano. Com essa grana ele come o que quiser, onde e como quiser.