Sassaricando – Oscar Nora – 23 de setembro de 2022

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Foto: Divulgação

O penúltimo amistoso da seleção brasileira antes da Copa valeu pelo primeiro tempo, quando o Brasil marcou seus três gols. O segundo tempo, com várias substituições nas duas seleções, não teve nada de especial. De especial mesmo é que Neymar tentou, mas não conseguiu diminuir a diferença de gols que o separa do artilheiro de todos os tempos da seleção brasileira. Continua o placar Pelé 77 gols x Neymar 74.
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Foi no primeiro tempo também que o técnico Tite utilizou uma formação ofensiva muito comum nos anos 50 e até 60. Naquela época todo time usava um quinteto ofensivo: dois pontas, dois meias e um centroavante. A experiência, na seleção brasileira atual, deu certo e Richarlson, com dois gols, brilhou.
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Aliás, considerando apenas os gols marcados nas edições da Copa do Mundo, a seleção brasileira possui a maior artilharia do mundo. Até agora são 229 gols marcados. A seleção da Alemanha aparece em segundo lugar com 226 gols. Na sequência, bem distantes, com 137 gols está a Argentina e depois a Itália/128 gols.
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Atual campeã do mundo, a França tem modestos 120 gols marcados. Curioso nessa relação é o fato de que a seleção da Hungria/94 gols, que não disputa a Copa do Mundo desde 1986 nem possui título mundial, tem artilharia melhor do que duas seleções que já foram campeãs: Inglaterra/91 gols e Uruguai/87.
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Impressiona a fartura de dinheiro no futebol europeu. Inter e Milan, por exemplo, pretendem bancar a construção de um novo estádio San Siro ao custo de 6 bilhões e 700 milhões de reais. Para se ter uma ideia do isso significa, o valor da reforma do Maracanã para o Mundial de 2014 custou cinco vezes menos.
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Alguns salários dos jogadores também impressionam: Eden Hazard (Real Madrid) – US$ 28,6 milhões por ano, Cristiano Ronaldo (Manchester United) – US$ 53 milhões por ano, Neymar (Paris Saint-Germain) – US$ 56 milhões por ano, Lionel Messi (Paris Saint-Germain) – US$ 62 milhões por ano.
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Dormindo com o inimigo. Passa por esse enredo, o caso do assalto sofrido pelo meia Paul Pogba e que custou ao jogador cerca de 65 milhões de reais. Segundo a polícia francesa, os bandidos que praticaram o crime são amigos de infância do irmão de Paul, Mathias Pogba, considerado envolvido no episódio.
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