Sassaricando – Oscar Nora – 16 de abril de 2021

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Carlos Eduardo está se recuperando muito bem da cirurgia que fez ontem. Fazem quinze dias, o goleiro do Sport Clube Recife fraturou o osso da face após um choque de cabeça, durante partida do seu clube pelo campeonato pernambucano. Há pouco mais de uma semana, o também goleiro Andrey foi parar no hospital, depois do choque com um adversário na partida Juazeirense x Volta Redonda.
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Por sua natureza, os esportes coletivos tem constantes contatos diretos aumentando as chances de contusões entre os atletas. A posição tática do jogador também contribui para as lesões como torções, distensões e contusões, principalmente nos tornozelos e joelhos. Tenho dois amigos, um é vizinho e outro companheiro de trabalho – Ronaldo goleiro e Edinho zagueiro – que até hoje padecem com seus joelhos.
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No futebol tenho observado que as contusões passaram a ser mais frequentes principalmente as provocadas na cabeça. O que pode explicar essa novidade talvez seja o maior vigor físico do atleta moderno e também o que está em jogo na vida desses atletas e até as novas técnicas adotadas pelos treinadores.
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No caso do Carlos Eduardo, embora a cirurgia bucomaxilo facial tenha sido um sucesso, ele só poderá defender novamente o Sport em agosto: serão treinos sem bola daqui a três ou quatro semanas, treino com bola daqui a dois meses e jogos oficiais só após três meses. Mas o futebol não é o fantasma da ópera.
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Outros esportes coletivos fazem muito mais contundidos do que o futebol. Uma pesquisa da Universidade de Loyola, nos Estados Unidos, revelou que em 2005 o basquete teve 512.213 atletas lesionados e o futebol americano/rugby 418.260. Ao nosso conhecido futebol coube insignificantes 174.686 machucados. Bem menos do que o ciclismo – 485.669 lesões e o beisebol – 155.898 que nem esportes coletivos são.
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Quando Flamengo e Vasco começaram a se enfrentar no Maracanã ontem à noite essa modesta Coluna já estava no prelo do jornal A VOZ DA CIDADE. Entretanto, mais cedo quando foi escrita, já se sabia que o clima estava pesado no ninho do urubu e na barreira do Vasco. Mas por motivos diferentes.
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Em São Januário o clima era descontraído com as piadas do paraguaio Galarzo que rompeu a dinastia de goleiros na família e vem se tornando um excelente volante. Na Gávea o clima era desencontrado entre diretores do Flamengo e o empresário de Arrascaeta, em razão do não cumprimento de acordo para renovação com compra de parte dos direitos econômicos que pertencem ao Defensor Sporting, do Uruguai.
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Uma fake news informou que que o uruguaio não disputaria o clássico com o Vasco porque um exame apontou entorse no tornozelo direito do jogador Arrascaeta.

Foto: Divulgação

Quarta-feira, dia 14 de abril, o Cristo Redentor se vestiu de Time Brasil marcando os 100 dias para os Jogos Olímpicos Tóquio/2020. A projeção começou às 18h45 e foi o encerramento de um dia recheado de emoção e de esperança que contou com a presença de grandes nomes do esporte como Aline Silva (wrestling), Ana Marcela Cunha (maratonas aquáticas), Flávia Saraiva (ginástica artísticas), Mayra Aguiar (judô) e Silvana Lima (surfe). Nas redes sociais, a contagem começou ainda no dia 13, numa brincadeira com o fuso horário do Japão.

Foto: Wander Roberto/Inovafoto/CBV

Atletas das seleções brasileiras masculina e feminina de vôlei se apresentaram ontem no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema, iniciando os preparativos para a Liga das Nações, na cidade de Rimini, na Itália, de 25 de maio a 20 de junho para as equipes femininas, e de 28 de maio a 23 de junho para as masculinas. Nos Jogos Olímpicos a seleção masculina faz sua estreia dia 23 de julho enfrentando a Tunísia (23:05) e a seleção feminina, dia 25 de julho, contra a Coréia do Sul, (09:45) horários de Brasília.
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