Revitalização de trecho da Beira Rio em Volta Redonda entra na fase final

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VOLTA REDONDA

A recuperação de parte da calçada da Avenida Almirante Adalberto de Barros Nunes, a Avenida Beira Rio, próximo a Ponte Murilo Cesar, entrou na fase final da obra, que é realizada em parceria com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae). Parte da pista desabou há mais de seis anos e está sendo refeita. As equipes estão na etapa de recomposição da calçada e colocação de grade de proteção. A previsão é que no máximo em um mês a obra seja concluída. A obra, no valor de R$ 79.072,31, vai ser concluída em 30 dias.

Os trabalhos acontecem em frente ao 180, no bairro Niterói, onde foi feita construção de muro de proteção de talude em sacos de solo-cimento com 29 metros de extensão e 241 metros cúbicos em volume. De acordo com o diretor-presidente do Saae, José Geraldo Mattea, o Zeca, o objetivo é proteger a rede adutora de água potável que está localizada neste ponto. “E, além disso, evitar o escorregamento do maciço de terra, protegendo assim o passeio e a ciclovia, e garantindo a segurança de quem utiliza o local”, explicou.

O prefeito Samuca Silva afirmou que após concluída, vai possibilitar novamente a reutilização do espaço pelas pessoas que caminham nesse trajeto. “Além da obra de contenção, estamos revitalizando a pista de caminhada e a ciclovia. Era um trecho da via que estava destruído há muito tempo. As dificuldades financeiras existem, mas estamos conseguindo avançar com recursos próprios para melhorar a cidade e a vida do cidadão da cidade”, ressaltou.

2 Comentários

  1. Beira Rio esta abandonada …
    Iluminação queimada em varios pontos , ciclovia tá péssima … Aí a Prefeitura resolve pintar sem arrumar , depois resolve fazer pequenos reparos onde estava mais crítico … Vergonha ! Agora com o calor o movimento de pessoas que utilizam a beira rio para fazer suas atividades físicas aumentam muito e acho que ela tinha ser realmente revitalizada e não maquiada … Pq é isso que estão fazendo , maquiagem !

    • Sonia Regina Precioso dos Santos Em

      Sonia Regina
      Eu e e meu marido Tomáz Jeferson, paciente oncologico fazemos caminhada na beira. Para nós o grande problema são as bicicletas que não andam na ciclovia , mas sim na via destinada a caminhada. Passam em alta velocidade.por nós, caminhamos tensos o tempo inteiro. Somos idosos e com problemas de saúde.
      Onde anda o direito de cada um e principalmente o dos idosos?
      Para atravessar a ponte é a mesma coisa , principalmente na hora da saida CSN.
      Caminhamos não só pela necessidade de ir e vir, mas também por orientação médica.
      Nos ajude por favor!

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