Projeto ‘Recuperando a Casa’ promove economia de quase R$ 60 mil aos cofres públicos

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VOLTA REDONDA

Sessenta mil reais em economia aos cofres públicos. Esse é o resultado de quase um ano de realização do projeto ‘Recuperando a Casa’. Desde que foi criado, em agosto do ano passado, o projeto já recuperou 825 bens patrimoniais do executivo.

Quatro meses depois de lançado (dezembro de 2021), o projeto já tinha realizado mais de 400 reparos, com o custo de R$ 15.315,30 ao cofre municipal. De acordo com um levantamento realizado pela equipe do projeto, se esses bens patrimoniais (com o valor de mercado total de R$ 239.136) fossem recuperados por mão de obra terceirizada, custaria à administração municipal R$ 40.330. A recuperação desses bens pela própria prefeitura rendeu ao poder municipal uma economia de R$ 25.014,70.

Neste ano, o ‘Recuperando a Casa’ já reformou outros 411 bens, entre cadeiras fixas e giratórias estofadas, micro-ondas, bebedouro, longarinas, frigobar, ar-condicionado, mesa de escritório, cama hospitalar, armário, balança, banco, carrinho de bebê, cadeira de alimentação, máquina de lavar, geladeira, escadas, fogão, armário de cozinha, entre outros. A economia dos reparos girou em torno de R$ 35 mil.

Atuação

O projeto ‘Recuperando a Casa’ consiste na reforma e reparos dos materiais e eletrodomésticos que estão nos depósitos do governo municipal ou que estão inutilizados nas secretarias e autarquias. Muitos seriam descartados como sucata, apesar de ainda poderem ser úteis. O objetivo é restaurar o patrimônio público e promover economia aos cofres públicos.

Os materiais que precisam de reparos são recolhidos e encaminhados à oficina da prefeitura – localizada na Rua Paulo Marçal, no bairro Aterrado (onde funcionava a antiga Funerária Municipal).

 

Segundo o coordenador do projeto, Gésio Reis Candido, uma equipe composta por marceneiro, eletricista e refrigerista é responsável pela execução dos trabalhos. “Nossa equipe analisa os materiais e tudo que tem condições de ser reformado é recuperado. Todo o material que não tem como ser recuperado é enviado para um depósito e fará parte de um leilão promovido pela administração municipal, posteriormente”, explica o coordenador.