Prefeitura de Barra do Piraí orienta que consumo de água de mina exige cuidado e tratamento

SAE reforça monitoramento, coleta novas amostras e orienta moradores sobre tratamento adequado com hipoclorito distribuído gratuitamente nos postos de saúde

Por Roze Martins
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BARRA DO PIRAÍ

A Secretaria de Água e Esgoto (SAE), de Barra do Piraí, está reforçando à população a importância de evitar o consumo direto de água das minas do município. Atualmente, Barra do Piraí possui 37 minas catalogadas, incluindo pontos desativados, e nenhuma apresenta, neste momento, condições ideais para consumo sem tratamento. Nesta segunda-feira, dia 1º, novas coletas foram realizadas na mina do bairro Carbocalcio, que segue em monitoramento.

O secretário de Água e Esgoto, Carlos Afonso Miranda Marques, explica que as equipes realizam análises periódicas, mas a falta de placas de orientação, frequentemente retiradas por vandalismo, dificulta o aviso adequado aos moradores.

“Muitas vezes essas minas não são boas para consumo humano. A gente coloca a placa avisando, mas o vandalismo tira as placas. A população acaba sem saber se aquela água é segura ou não”, destacou.

A engenheira química Elisa Marra, responsável pelo monitoramento da qualidade da água no SAE, reforça que qualquer fonte que não passe por processo de desinfecção precisa obrigatoriamente ser tratada antes do consumo.

“Toda água que não tem a etapa de desinfecção, onde adicionamos cloro, precisa passar por tratamento. O método mais eficaz é usar o hipoclorito de sódio distribuído pela Vigilância em Saúde. O frasco já vem com a quantidade certa para cada litro de água e acompanha um manual de uso”, explicou.

Ela alerta que ferver nem sempre é suficiente, pois já foram encontradas bactérias resistentes ao calor.

“O ideal é clorar sempre. Quem quiser pode, depois, passar essa água em filtro de carvão ativado para retirar o gosto de cloro, consumindo com segurança e sem risco para a saúde”, completou.

O hipoclorito de sódio está disponível gratuitamente em todas as unidades de saúde, na sede da Vigilância em Saúde e no SAE, e qualquer pessoa pode solicitar. A população também pode obter informações sobre análises, solicitar laudos ou tirar dúvidas diretamente com o SAE, presencialmente, pela Ouvidoria ou pelo e-mail institucional.A Prefeitura reforça a recomendação: não consumir água de minas sem tratamento. O monitoramento continua sendo realizado e novas análises serão divulgadas à medida que forem consolidadas, garantindo transparência e segurança aos moradores.

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