Policiais de Pinheiral detêm ajudante de pedreiro suspeito de latrocínio

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Em ação na tarde de quarta-feira, 14, no bairro Palmeiras, agentes da 101ª Delegacia de Polícia (DP) detiveram o ajudante de pedreiro Jhone Beinton Moreira da Silva, de 28 anos. Ele é suspeito pelo latrocínio, roubo seguido de morte, de José Carlos dos Santos, de 50 anos, ocorrido em 4 de julho de 2017, no bairro Cruzeiro 2. O preso será transferido para a Cadeia Pública de Volta Redonda, a antiga Casa de Custódia, no bairro Roma.

Segundo informou o delegado titular da 101ª DP, Antonio Furtado, o caso traz à tona um dos piores problemas na luta contra o crime, que é o uso desenfreado de drogas. Contou ainda que, conforme informações de testemunhas, Jhone e seu comparsa Leandro Batista do Nascimento, usuários de drogas, espancaram a ví­tima, covardemente, com uma barra de ferro e ainda roubaram R$ 200 que ele havia recebido de uma inquilina. O dinheiro roubado, de acordo com o delegado, seria para comprar drogas. “José Carlos só não morreu na hora do espaçamento, já que populares imploraram pela vida dele”, destacou Furtado, ressaltando que, na ocasião, José foi levado para o Hospital Municipal de Pinheiral, onde morreu três meses depois.

Ainda de acordo com Antonio Furtado, desde a noite do crime, a Polícia  Civil de Pinheiral iniciou as investigações, sendo que o receio de sofrer uma violência silencia as testemunhas. “Buscamos reverter isso apresentando resultados. No dia 10 de novembro do ano passado, Leandro Batista foi preso em flagrante por policiais militares no bairro Cruzeiro 2, portando pedras de crack, crime que eu considerei tráfico. Portanto, restava a prisão de Jhone. Agora, com esta nova ordem de prisão contra Leandro, também  cumprida, tenho certeza de que a família da vítima experimenta uma sensação  de alívio”, comemorou o Furtado, ressaltando que, embora a crise na Segurança Pública tenha provocado uma intervenção Federal, o delegado entende que as polícia Civil e Militar se desdobram para fazer “mais com menos” e a população percebe isso. O delegado explicou que, se forem condenados, poderão pegar, cada um deles, 30 anos de prisão.

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