Partidos políticos e entidades sindicais e sociais promovem ato em Volta Redonda no Dia do Trabalhador

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O Dia do Trabalhador, em Volta Redonda, foi marcado por manifestações. Cerca de 200 pessoas participaram de uma ação, denominada ‘Ato pela Democracia e contra o Facismo’. O ato aconteceu no inicio da noite na Praça Juarez Antunes, no bairro Vila Santa Cecília. Estiveram presentes, representantes de pastorais, da Igreja Católica, de entidades sociais, da Juventude, dos Posseiros e sindicais.

Os participantes do ato disseram que, o manifesto visou chamar a atenção das autoridades para o alto índice de desemprego e, principalmente pedir  pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Garantiram que, o 1º de maio de 2018 teve muito mais a reclamar do que comemorar. Durante todo o ato, um carro de som esteve no local à disposição dos que quiseram falar.

Estiveram também no ato, servidoras municipais. Mais cedo, eles se reuniram no Estádio Raulino de Oliveira, no bairro Jardim Paraíba, onde solicitaram do prefeito Samuca Silva (Podemos) a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salário (PCCS) e de outros direitos já conquistados. Uma das manifestantes, Marinete Santos, disse que o Dia 1º de maio não teve muito o que comemorar, já que os direitos dos servidores estão sendo tirados e os que deveriam ser cumpridos ainda não foram. Outro que também solicitou do prefeito o pagamento do PCCs, como a revisão do salário defasado do funcionalismo, foi Luiz Fernando Pereira, funcionário do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae-VR).  Ele destacou que, para que festa se o trabalhador não está sendo respeitado e se a cidade está com lato índice de desemprego.

Os servidores garantiram que, até o momento não receberam nenhum centavo do PCCS e ainda por cima os R$ 250 de alimentação não foram depositados. Lembraram ainda que, não sabem o que foi comemorado, já que os trabalhadores seguem na luta em busca dos seus direitos adquiridos que estão sendo retirados. Nos cartazes levados pelos servidores, a mensagem foi destinada ao prefeito com os dizeres: “Samuca o funcionalismo não quer festa. Queremos nossos direitos”. “Estamos esperando o PCCS até agora e nada. Até quando iremos esperar”, declarou a também servidora, Luiza Marilaque, lembrando que, entra prefeito e sai prefeito e a situação não muda. “Falam de benefícios para os servidores, mas não apresenta nada para nós. Onde estão essas melhorias?” Indagou a servidora.

A morte da vereadora carioca, Marielle Franco (Psol), também foi lembrada na manifestação. Ela foi morta a tiros dentro de um carro na Rua Joaquim Palhares, no bairro do Estácio, na Região Central do Rio de Janeiro, na noite de 14 de março. Além da parlamentar foi assassinado também o motorista Anderson Pedro Gomes. Até o momento, o crime não foi desvendado. Ninguém foi preso.

 

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