Hospital Regional tem 40 leitos liberados para tratamento da Covid-19

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SUL FLUMINENSE
O Hospital Regional Zilda Arns deve poder voltar a receber novos pacientes infectados pela Covid-19.  Hoje, dia 8, a unidade, que estava com os atendimentos suspensos há mais de duas semanas, teve 40 leitos liberados para o tratamento da doença, sendo 20 para enfermaria e 20 para tratamento intensivo, contudo, esse número ainda é bem aquém da sua capacidade de atendimento. No último dia 7, gestores da Organização Social (OS), responsável pela unidade, se reuniram com integrantes do Governo do Estado e fornecedores do hospital. O objetivo foi alinhar a chegada de materiais e insumos, que permitiria a volta do serviço.
Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), já foram liberados os R$ 22,4 milhões para o funcionamento pleno do hospital. A interrupção do envio de dinheiro aconteceu depois que o Tribunal de Contas do Estado encontrou indícios de irregularidades no contrato fechado entre o estado e a OS. Na reunião, foi mostrada a viabilidade dos repasses e por isso os fornecedores concordaram em voltar a mandar o material para a unidade.
Os deputados estadual, Gustavo Tutuca e Marcelo Cabeleireiro, se manifestaram a respeito da liberação dos leitos. Segundo Tutuca, após o Governo do Estado divulgar o pagamento, foram liberados os leitos. Ele ainda destacou que segue atento e cobrando a normalização dos atendimentos, uma vez que a unidade é de grande importância para a região do Médio Paraíba.
Já Marcelo afirmou que o Governo do Estado tem que responder de maneira mais rápida as demandas da área de saúde. “Recentemente o governador Wilson Witzel postou um vídeo a mim direcionado e ao colega deputado, Gustavo Tutuca, de que a situação no Zilda Arns seria normalizada e, desde então, venho recebendo ligações e mensagens pedindo posicionamento”, finalizou.
REFERÊNCIA
O Hospital Regional Zilda Arns vinha sendo referência para tratamento de pessoas infectadas pela Covid-19, no entanto, ocorreu a interrupção do Governo do Estado no envio de dinheiro a OS e o atraso chegou a durar três meses. Com o repasse, a unidade poderá quitar a primeira parcela, referente ao mês de março, com pagamento de pessoal. E a expectativa é de que as parcelas de maio, junho e julho sejam quitadas integralmente.

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