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Esta quinta-feira, dia 1º de maio, marca 31 anos desde que o Brasil e o mundo perderam Ayrton Senna, ícone da Fórmula 1 e ‘herói’ nacional. O piloto faleceu aos 34 anos durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália, após um grave acidente na curva Tamburello, quando liderava a corrida pela equipe Williams. A perícia apontou que a barra de direção do carro quebrou, causando o impacto fatal na cabeça do tricampeão mundial.
O fim de semana da tragédia foi marcado por tensão e luto. No sábado anterior, o austríaco Roland Ratzenberger morreu durante os treinos, abalando profundamente Senna. Segundo sua ex-assessora, Betise Assumpção, o piloto estava visivelmente perturbado e relutante em falar com a imprensa: “O fim de semana inteiro foi trágico. A atmosfera no dia da corrida era horrível”, resumiu Betise a época.
Senna deixou um legado impressionante: 161 corridas, 41 vitórias, 80 pódios, 65 pole positions e três títulos mundiais conquistados pela McLaren. Sua última vitória foi no GP da Austrália, em 1993.
Em homenagem aos 31 anos de sua morte, diversos tributos foram realizados. Em Ímola, a estátua de bronze de Senna, feita por Stefano Pierotti, e inaugurada em 1997, localizada próxima à curva Tamburello, foi restaurada, reafirmando o local como ponto de peregrinação para fãs de todo o mundo.
No Brasil, o Autódromo de Interlagos sediou o 20º Ayrton Senna Racing Day, uma corrida de rua que celebra a memória do piloto.
Nas redes sociais, Adriane Galisteu, ex-namorada de Senna, prestou homenagem emocionada: “Mais um 1º de maio pra lembrar de quem jamais será esquecido! Pra sempre Ayrton”.
Ayrton Senna permanece como símbolo de excelência, coragem e paixão pelo esporte. Sua trajetória continua a inspirar gerações, e sua memória vive no coração dos brasileiros e amantes da Fórmula 1 em todo o mundo.

