Fundação Beatriz Gama e Conselho tutelar se reúnem para traçar políticas públicas para crianças e adolescentes

Por Carol Macedo

VOLTA REDONDA

Representantes da Fundação Beatriz Gama (FGB) e do Conselho Tutelar de Volta Redonda estiveram reunidos na manhã dessa segunda-feira, dia 8, no auditório do Palácio 17 de Julho. O encontro serviu para estreitar os laços entre os equipamentos de proteção e discutir sobre o desenvolvimento de estratégias de intervenção junto às crianças e adolescentes e suas famílias. O objetivo é de fortalecer a proteção integral dos acolhidos, além de traçar políticas públicas para crianças e adolescentes.

Entre as propostas discutidas na reunião estão a capacitação dos profissionais que fazem o acolhimento, a fim de melhorar o atendimento e a criação de um protocolo no município para que o acolhimento aconteça de forma mais rápida.

O presidente da Fundação Beatriz Gama, Vitor Hugo de Oliveira, ressaltou que é preciso andar de mãos dadas. “Os abrigados são a nossa razão de existir. Tudo que o abrigo necessitar será feito, imediatamente. Para isso precisamos de planejamento e cooperação de todos. Nosso objetivo é de dar dignidade, facilitar a vida dessas crianças e adolescentes, além de tentar fazer reinserção desse jovem na família de origem”, disse Vitor Hugo.

A conselheira Tutelar, Angélica Santos, destacou que encontros como esse fortalecem toda a rede de atendimento do município.  “Essa aproximação do Conselho Tutelar com a administração municipal é muito importante, pois trabalhamos em parceria. Assim podemos trocar ideias, experiências e sugerir melhorias para que realmente o atendimento disponibilizado seja de proteção. Quem ganha com isso são as crianças e adolescentes de Volta Redonda”, disse a conselheira.

Quem concorda com ela é o conselheiro tutelar, Bruno Nicolau. “Nossa finalidade é de unir esforços para assegurar a aplicação da Lei. Dessa forma, cada um cumpre seu papel no sistema de Proteção e Garantia de Direitos, de acordo com a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”, disse Bruno Nicolau ressaltando que, de acordo com o ECA “as crianças e os adolescentes são pessoas em condição peculiar de desenvolvimento e devem ter prioridade absoluta em relação aos seus direitos”.

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