Funcionários da SMI de Volta Redonda voltam a cobrar melhores condições de trabalho  

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Há mais de um ano, os funcionários da Secretaria Municipal de Infraestrutura de Volta Redonda (SMI), antiga Secretaria de Obras, vêm cobrando do Governo Municipal, melhores condições de trabalho, melhoria na alimentação e no transporte. Se queixam também da falta de Equipamento de Proteção Individual (EPI’S) para executarem suas atividades. Na manhã desta segunda-feira, 19, a categoria tinha marcado uma paralisação nas atividades para mais um protesto, mas o ato foi adiado.

Segundo informou o diretor do Sindicato da Construção Civil, Leonel de Souza, depois de algumas manifestações durante esse tempo, os trabalhadores receberam várias promessas tanto do governo passado quanto do atual, mas até agora nada foi cumprido. Ontem, seria mais um dia de paralisação, mas de acordo com Leonel, a não presença do presidente do

Sindicato dos Funcionários Públicos do Município de Volta Redonda  (SFPM-VR), Ataíde de Oliveira, impediu o ato. “O presidente já havia marcado com a gente e não apareceu. A presença dele era certa para a realização do nosso ato que ele mesmo havia convocado. Mas na hora ele não veio”, reclamou Leonel.

O presidente não compareceu, mas o diretor geral da entidade, Luiz Fernando Pereira marcou presença. Ouvido pelo A VOZ DA CIDADE, Luiz Fernando garantiu que, recebidos pelo chefe de gabinete da Secretaria de infraestrutura, os trabalhadores tiveram, ontem, a garantia de que o problema será solucionado, marcando para amanhã uma reunião onde será feito um ofício para ser entregue ao secretário da pasta. O sindicalista lembrou que, se o pedido de mais de um ano não for atendido desta vez, o sindicato irá tomar providências drásticas, pois os trabalhadores não podem continuar trabalhando sem proteção do jeito que está.

Luiz Fernando destacou ainda que, o sindicato em momento algum deixou os trabalhadores sozinhos nessa luta tão importante. “A paciência já esgotou. Não vamos esperara mais, pois vem um diz que está tudo certo e que a licitação para a compra do material de EPI’s já foi feita, mas nunca chega. Agora vamos partir para outros meios. Esse pedido dos trabalhadores já tem mais de um ano e nada. A saúde do trabalhador não é brincadeira. Vamos esperar amanhã para ver o que será definido”, concluiu.