BARRA MANSA
Representantes de várias entidades participam de mais uma reunião do Fórum da Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada no município dando continuidade às discussões iniciadas no encontro anterior. A pauta central foi a construção de ações conjuntas a partir das datas simbólicas relacionadas às mulheres, transformando esses momentos em estratégias efetivas de prevenção, orientação e mobilização social. O encontro aconteceu no auditório da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e Direitos Humanos, no bairro Nossa Senhora das Graças(Rua Antonio Barreiros, numero 232), na parte da manhã da terça-feira, 24 de março.
Durante a reunião foram definidos encaminhamentos práticos, com destaque para a organização de um calendário integrado da rede, além da definição de responsabilidades entre os órgãos públicos participantes, reforçando o compromisso coletivo com a proteção e a garantia de direitos das mulheres.
A iniciativa reafirma a importância do trabalho intersetorial, promovendo um atendimento mais humanizado, articulado e eficaz às mulheres em situação de violência. Para atender melhor e de forma humanizada às mulheres vulnerabilizadas, a rede municipal pode fortalecer a comunicação e articulação entre os serviços( saúde, segurança, justiça, assistência social e psicológica); capacitar profissionais para fazer essa abordagem humanizada e sensível; criar espaços seguros para acolhimento e apoio psicológico; produzir oficinas e grupo de apoio para empoderamento e suporte emocional.
A rede de atendimento às mulheres em situação de violência familiar e doméstica poderá fazer o acompanhamento integral das mulheres para garantir o acesso a direitos institucionais e serviços que normalmente elas desconhecem, desenvolver campanhas de conscientização sobre como identificar atos de violência praticados contra elas através da violação de direitos. As ações conjuntas são desenvolvidas com a adoção de ‘protocolos unificados’ para atendimento e encaminhamento; realizar um banco de dados compartilhados para monitoramento de casos; criar parcerias com a sociedade civil para ampliar o apoio, e capacitar os profissionais da rede com treinamentos conjuntos, respeitando a autonomia e a segurança das mulheres.