Família de criança com encefalopatia hipóxia isquêmica pede ajuda para se manter em Volta Redonda

Por Tânia Cruz

VOLTA REDONDA/BARRA DO PIRAÍ
A família da pequena Olívia Werneck Luiz, que vai completar sete meses no próximo dia 16, está precisando de ajuda para se manter ao lado da menina. A mãe dela, a desempregada Millena Werneck, de 23 anos, contou que reside em Barra do Piraí, mas Olívia vive com a ajuda de aparelhos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital, em Volta Redonda. Por isso, a mudança para a Cidade do Aço é mais que necessária, mas as condições financeiras da família não permitem. Foi criada uma vaquinha on-line para comprar alguns móveis e alugar um imóvel que se encaixe no homecare da Olívia.
Quem puder ajudar pode acessar o link: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/olivia-em-casa ou enviar qualquer valor para o PIX:[email protected].
Ao A VOZ DA CIDADE, a desempregada contou que Olívia, que tem encefalopatia hipóxia isquêmica, é um bebê neuropata por conta de complicações no parto. Explicou que, antes de ir para a casa do sogro, em Barra do Piraí, a família residia no distrito de Conservatória. “Com a internação dela aqui no hospital de Volta Redonda, estávamos enfrentando dificuldades para a nossa locomoção. Foi por isso que decidimos vender tudo e irmos morar com meu sogro, em Barra do Piraí. Mesmo assim, enfrentamos dificuldades e como eu passo o maior tempo no hospital com a minha filha, os outros familiares ficam distantes dela. É por essa razão que estamos querendo morar em Volta Redonda”, explicou Millena.
ESTADO DE SAÚDE ESTÁVEL, PORÉM GRAVE
Ainda de acordo com a desempregada, como o estado de saúde da filha é estável, porém grave, ela prefere ficar perto dela. “Ela recebeu alta hospitalar, mas precisa de aparelhos médicos para ter uma melhor qualidade de vida em casa. O maior objetivo da campanha é conseguir um imóvel para permanecer perto da minha filha, mas em casa”, destacou Millena, ressaltando que desde o nascimento da menina, o sofrimento é constante. “Minha filha teve asfixia no parto, teve parada de 15 minutos e danos cerebrais gravíssimos. Olívia é um bebê estável, mas totalmente dependente de aparelhos”, completou mãe de Olívia.
Millena relatou ainda que, essa questão mexe com o psicológico de toda a família. “Quando ela nasceu e tudo aconteceu, o pai dela ficou com o psicológico muito abalado permanecendo três meses e meio no hospital comigo. E como morávamos de aluguel e tínhamos montado o quartinho dela, ficamos muito endividados, vendemos nossos móveis e fomos morar com meu sogro”, finalizou.

 

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