Escritor barra-mansense pode ter seu trabalho exposto na Grécia

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BARRA MANSA

Fresador industrial por profissão,  estudante de arqueologia, antropologia e mitologia por amor o escritor Luan Pascoal, escreveu o ebook ‘Eram os anjos os falsos deuses?’, na obra ele destaca entro outros assuntos, a Máquina Anticitera. Quem quiser adquirir o livro, basta entrar com contato com o autor através do telefone (24) 99331-6353.

Datada com mais de 2000 anos, possuindo 27 engrenagens de bronze, em um conjunto no total de 82 peças todas corroídas no fundo do mar, o artefato até hoje é considerado um enigma, não pela forma como funciona, mas sim pela época em que foi feita.

Em suas redes sociais, Luan, posta trechos de seu livro o que chamou a atenção da direção do Museu Histórico Marítimo de Armação de Búzios, no Rio de Janeiro . “A direção entrou em contato comigo querendo uma cópia do livro para levar para a Grécia e deixar exposto ao lado do artefato sobre o qual escrevi. Isto é um grande reconhecimento fruto de anos de estudo e amor pela história, arqueologia, antropologia e mitologia. Sempre gostei de estudar, fui adquirindo informações e comecei a escrever o livro onde comparo várias culturas”, explica, acrescentando que este é o primeiro volume de uma triologia.

Mecanismo Anticítera

Encontrado em 1901, no Mediterrâneo, o Mecanismo de Anticítera é composto por mais de 30 engrenagens de bronze, que, movidas por uma manivela, mostram os surpreendentes acontecimentos do céu. Investigado por mais de 100 anos por historiadores da ciência, astrônomos, filólogos, filósofos, arqueólogos, matemáticos, físicos, engenheiros, com o uso de altas tecnologias revelaram que o Mecanismo de Anticítera é um computador mecânico construído pelos gregos há mais de 2.200 anos.

“Primeiramente estudado por Derek John de Solla Price, descobriu-se que a engrenagem de 127 dentes correspondia a rotação da Lua. Mas outra que girava em conjunto, de 235 dentes ainda não se sabia para que servia. Na parte de trás havia uma roda quebrada e desgastada, que estavam em dúvida se teria 222 ou 223 dentes. Na frente a menor engrenagem que até então, também não se sabia quantos dentes possuía. Depois de alguns anos descobriu-se que a engrenagem de 235 dentes servia para mostrar as fases da lua. A seguinte mostrava a órbita de Vênus, a seguinte, de Mercúrio, a próxima, do Sol, a outra, de Marte, outra, de Júpter e a última da sequência a rotação de Saturno. Com essas rotações era possível prever os eclipses, tanto da Lua e do Sol, quanto dos planetas”, explica, informando que o artefato também era usado como um calendário para o plantio e colheita.

 

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