Corpos encontrados em Barra Mansa são identificados e polícia apura se estão interligados

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BARRA MANSA

Agentes da 90ª Delegacia de Polícia (DP) seguem investigando os casos de três corpos quarta-feira, dia 8, na cidade nos bairros Getúlio Vargas e Siderlândia. Duas pessoas foram apreendidas, entre elas um menor. Como foram encontrados no mesmo dia, será feita uma investigação para apurar se os casos estão interligados.

Foram enterrados às 10 horas desta quinta-feira, 9, os corpos de Junior Cândido dos Santos, o ‘Caixote’, de 22 anos, e Robert Silva de Carvalho, de 28 anos. Eles foram encontrados no bairro Getúlio Vargas e estavam desaparecidos desde a última sexta-feira, dia 3. A Polícia Militar esteve no local após informações de dois cadáveres na Rua Florianópolis.  Diante das características e semelhanças com o registro dos desaparecidos, que eram também do bairro, as famílias foram chamadas para o reconhecimento.

Junior e Robert saíram de suas casas na última semana avisando que encontrariam um conhecido em uma lanchonete no bairro Ano Bom e desde então não haviam sido mais encontrados.

ESQUARTEJADO

Ainda na cidade, foi identificado como sendo de Antony Marcelo Rodrigues da Silva, de 20 anos, o corpo do jovem encontrado quarta-feira no bairro Siderlândia. O jovem seria morador de Pinheiral e estaria desaparecido também desde a última sexta-feira.

A equipe do A VOZ DA CIDADE, em contato hoje com a funerária de Pinheiral, soube que o mesmo não tinha ainda sido liberado do Instituto Médico Legal (IML) de Três Poços, em Volta Redonda, para sepultamento. Segundo informações, o corpo antes passará por um exame de DNA para confirmar se era mesmo de Antony.

De acordo com informações da polícia, o corpo foi queimado e esquartejado. A PM informou que foi solicitada a ir a um endereço do bairro pelo delegado titular da 90ª Delegacia de Polícia, Ronaldo Aparecido de Brito, para verificação de um corpo. No deslocamento avistaram dois suspeitos, de 26 anos e um menor de 16 anos, que estariam ligados diretamente ao crime.

Procurado, o delegado Ronaldo Aparecido não falou sobre os crimes.

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