Banco de leite materno de Volta Redonda precisa de doações

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O Banco de leite materno do Hospital São João Batista, em Volta Redonda, está precisando reforçar o estoque. Com o início do ano, o banco tende a diminuir ainda mais o reservatório, que sempre está precisando de mais. As doações podem ser feitas todos os dias, das 7 às 19 horas, por qualquer mãe que esteja amamentando e com o pré-natal em dia.

De acordo com a nutricionista Bruna Vianello, responsável técnica pelo banco de leite, o estoque é utilizado para a alimentação de bebês prematuros, internados na UTI Neonatal. Para ser uma doadora, basta ligar para o telefone (24) 3348-9954 e fazer o cadastro.

Após o cadastro, a mãe doadora receberá a visita dos profissionais da saúde uma vez por semana. A equipe vai até a residência, fornece todo o material necessário para a coleta e armazenamento. Uma profissional vai treinar e orientar as doadoras durante a primeira coleta. Além disso, elas receberão informações sobre higiene de mãos e de mamas e o condicionamento correto do leite. “Sempre estamos em campanha e é muito importante essa divulgação constante para sensibilizarmos as mães e ajudar a salvar outras vidas. Por isso, precisamos estimular essas doações, pois as crianças que também recebem o leite da UTI Neo, são prematuras”, destacou a nutricionista.

A recomendação é que a amamentação ocorra até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros seis meses, o bebê receba somente leite materno, sem necessidade de sucos, chás, água e outros alimentos. Depois dos seis meses, a amamentação deve ser complementada com outros alimentos saudáveis e de hábitos da família.

O leite materno protege as crianças contra diarreias, infecções respiratórias e alergias. Diminui o risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes, além de reduzir a chance de desenvolver obesidade. “Crianças amamentadas no peito são mais inteligentes, há evidências de que o aleitamento materno contribui para o desenvolvimento cognitivo”, acrescentou Bruna.

O prefeito do município Samuca Silva, reforça a importância da amamentação para a saúde e o desenvolvimento da criança. “O incentivo a amamentação é uma questão de saúde pública, uma obrigação do município”, frisou.

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