Aula inaugural marca o início do quinto curso de Braile em Resende

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RESENDE

Mais um curso do sistema Braille, um código universal de escrita tátil utilizada por pessoas com deficiência visual, foi iniciado esta semana, no município. O curso na modalidade de ensino virtual, é promovido pela Secretaria de Educação do município e o Instituto da Educação do Município de Resende (Educar), por meio do Centro Educacional Municipal de Atendimento ao Educando (Cemae) e o Centro Educacional Municipal de Atendimento a Deficientes Visuais de Resende (Cedevir).

A quinta turma conta com 36 alunos, entre profissionais da educação da rede pública municipal, educadores em geral e aqueles que preenchem requisitos da demanda social. Na quarta-feira, dia 12, foi realizada a aula inaugural por intermédio da plataforma digital Google Meet. As aulas virtuais, que acontecerão todas as quartas-feiras, a partir de 18 horas, foram planejadas em virtude da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), fato que permitiu a expansão de vagas.

O curso básico, que faz parte do cronograma da Educação Valorizada e Inclusiva, possui carga horária de 30 horas e será desenvolvido ao longo do segundo semestre deste ano.

Desde o segundo semestre de 2018, o governo municipal vem disponibilizando o curso gratuito do sistema Braille, visando fortalecer a cultura inclusiva no município. Do segundo semestre de 2018 até o primeiro semestre deste ano, 86 alunos concluíram o curso oferecido pela rede municipal de ensino. Este ano, a prefeitura segue com foco nas ações de combate ao novo coronavírus, mas sem prejudicar o andamento do curso, que continua sendo ministrado via on-line.

De acordo com a gerente de Projetos de Inclusão do Cemae, Caroline Vieira de Campos Gonzalez dos Santos, a formação continuada visa qualificar profissionais da educação, especialmente, da rede municipal, para o conhecimento do processo de leitura e escrita do código Braille. “Há investimento na formação continuada para ampliar o quantitativo dos profissionais que conhecem o sistema Braille na rede municipal, bem como em relação à demanda social”, disse Caroline.