Aula de campo e plantio de árvores marcam visita de estudantes à Pedreira da Voldac, em Volta Redonda

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VOLTA REDONDA 

Já no espírito da primavera, na ‘onda do cuidado’ com a natureza, professores e estudantes do Curso Técnico de Meio Ambiente do Colégio Estadual Rondônia, em Volta Redonda, realizaram no último domingo, 29, um novo ‘trabalho e campo’ na Pedreira da Voldac. A diretora da unidade escolar, Simone Novaes, com mais dois professores da área socioambiental, acompanhou os estudantes guiados pela equipe do Movimento Pela Ética na Política (MEP).

Foi a 7ª edição de visita à Pedreira, articulada pelo MEP, e envolveu 15 estudantes e professores de diferentes áreas. Após a caminhada trilha, observação, aula de campo e contemplação, os estudantes deixaram a sua ‘marca’ no local.  Simbolicamente para expressar o cuidado e proteção e que área merece, a aluna Eliane Mendes, falou sobre o plantio da primeira  árvore pelos colegas. Destacou que ficou maravilhada. “As rochas, o ar, o lago, pássaros, tudo isto tem que ter visto e estudado. Fico feliz de sermos a primeira escola a plantar árvores no local, como sinal de cuidado para com o espalho lindo”, afirmou encantada a futura técnica de meio ambiente.

PENSANDO NO TCC

Os estudantes, diante do local ficaram encantados e já pensam no TCC. “Muito lindo! Aqui tem potencial para lazer e estudos. Vou falar com meu professor sobre isto sobre a possibilidade estudo da área no meu TCC”, disse Thalita Ferreira. Christian Leandro, professor de geografia do MEP, apresentou aos alunos aspectos da geocientífico da área.

O engenheiro e membro da equipe, João Thomaz, informou aos alunos que na próxima semana os representantes do MEP deverá estar com o prefeito  Samuca Silva para voltar a falar sobre o assunto. “Fomos informados que ele nos receberá no início de outubro. Há sinais da presença do Poder Público no local, tanto que o Instituto de Pesquisa Planejamento Urbano (IPPU) e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) já esboçaram o Projeto Pedreira”, declarou animado o engenheiro. “Confesso, cada vez que estou no local, convenço-me da dimensão da ‘eco-integral’ do lugar”, concluiu.

 

 

 

 

 

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