Ato após morte de adolescente por atropelamento reúne mais de 200 pessoas em Volta Redonda

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VOLTA REDONDA

Cerca de 250 pessoas participaram na manhã deste sábado, 2, de um ato pacífico, em Volta Redonda, para conscientizar os motoristas a respeitar a faixa de pedestre e os sinais de trânsito. Denominada “Movimento Pequeno Príncipe”, a ação foi promovida por familiares e amigos do adolescente Davi, de 13 anos, que no último dia 25 morreu atropelado na faixa de pedestre, na Rodovia Lúcio Meira (BR-393), no Jardim Amália II. A Guarda Municipal acompanhou o ato para ajudar no trânsito.

A mãe de Davi, a dona de casa Luciana Reis Guilherme Aniceto, de 38 anos, informou ainda que a intenção do manifesto foi chamar a atenção dos governantes porque a morte do filho dela não pode ser mais uma na estatística. “Nós queremos uma faixa elevada, radar ou uma passarela estendida até o outro lado da Via, pois agora com a BR 393 municipalizada cabe ao nosso prefeito tomar a iniciativa de acabar com acidentes naquele lugar”, comentou Luciana, que tem outra filha com menos de dois anos.

PAZ NO TRÂNSITO E RESPEITO COM OS PEDESTRES

Com faixas, cartazes, balões brancos e a maioria vestindo blusa branca, os manifestantes pediram paz no trânsito e respeito dos motoristas para com os pedestres e, principalmente o fim da impunidade no trânsito. Um carro de som também acompanhou os participantes para explicar à população o objetivo da ação.

Durante o ato foi iniciado também um abaixo-assinado para a extensão da passarela de pedestres, que liga o bairro Vila Americana ao Jardim Amália II, sobre a Rodovia Lúcio Meira”, contou Luciana, ressaltando que os moradores solicitam ainda a instalação de uma faixa de pedestre elevada para obrigar os condutores de veículos a reduzir a velocidade. “O meu filho seguia para a escola, no bairro Jardim Tiradentes, quando foi atropelado na faixa de pedestres. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital São João Batista (HSJB), mas não resistiu e morreu logo em seguida.